Comentários
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Alex:
Recebi o meu livro em UK.
Sou professor de língua portuguesa e o este foi um dos meus presentes de aniversário.
Excelente! Moderno!
Fico à espera da edição inglesa. 25 Janeiro 2011 às 22:29:49 -
marta pires pedro:
Cada palavra tem cheiro, tem sentimento, tem cor, tem alma...
Se é vermelho, branco ou preto, não interessa...
A essência está no poder da sua leitura e na forma como agarras o leitor.
Continua Vasco!
Parabéns 23 Janeiro 2011 às 16:13:39 -
El Manteigas:
"Tens a arte e o engenho"
Continua, meu caro amigo.
Para meter um doce, aqui vai.
" Mãe:
Quero voltar a sentir o calor do interior do teu ventre, mãe.
Quero derramar nesse fluido as minhas lágrimas, no meio do nosso liquido e
confundir a minha tristeza.
.................
Capitulo XVIII
p.s: retornei a tomar o gosto pela leitura. o meu obrigada. 21 Janeiro 2011 às 22:35:37 -
El Manteigas:
"Tens a arte e o engenho"
Continua, meu caro amigo.
Para meter um doce, aqui vai.
" Mãe:
Quero voltar a sentir o calor do interior do teu ventre, mãe.
Quero derramar nesse fluido as minhas lágrimas, no meio do nosso liquido e
confundir a minha tristeza.
.................
Capitulo XVIII
p.s: retornei a tomar o gosto pela leitura. o meu obrigada. 21 Janeiro 2011 às 22:33:56 - Emanuel Martins: Que seja o primeiro de muitos... Conseguiste pôr me a ler... Parabéns... 20 Janeiro 2011 às 20:57:36
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Sinopse
“Alcancei o cais com esforço. O suor corria-me pelas faces e as minhas mãos suavam de tal forma que poderia beber o meu próprio medo pelos pulsos. Comecei a andar na direcção da multidão. Na cidade, não se cumprimentam as pessoas, a não ser que precisemos delas. “Boa tarde, desculpe, como posso chegar ao Bairro da Chusma?” A densidade psicológica das personagens do Vermelho é complexa e assinala uma afirmação da importância da conquista da autonomia. O livro dá-nos a conhecer a história de dois irmãos que buscam o sentido para a vida de uma forma distinta, nunca perdendo de vista a referência paterna. A afirmação de Manuel é um espelho da imagem do seu Pai, repetindo, até certa altura e, de forma limitada, o seu percurso. O filho narrador, pelo contrário, sugere uma procura de sentido existencial que teima em explorar novas formas de estar. O seu desafio consiste na afirmação da sua identidade para além da sombra da pessoa do seu Pai. Foi necessário que se afastasse de todas as suas referências e saísse de casa, para conquistar a sua identidade, o seu “eu” único, não deixando porém, em nenhum momento, de ser filho do seu Pai. Um aspecto particular ressaltou para mim nesta história: todas as pessoas são únicas.
Ficha Técnica
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