O Quinto Império, tão embrenhado no ser português, é o motor que nos
move, tornando a terceira missão exequível, pois pertence ao nosso
inconsciente colectivo; é, literalmente, o nosso fado, que nos mergulha
na mais profunda descrença, para depois nos impulsionar e elevar aos
cumes heróicos da gesta espiritual. Os ciclos repetem-se, mas nunca são
iguais porque a evolução é uma espiral cíclica verticalizada para o
alto, para cima. Daí que o futuro acaba por ser o passado redimido e o
passado liga-se a um futuro que o transcende e o realizará
Sinopse
Ficha Técnica
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