«como se atira o dardo com o corpo todo, com a eternidade em não mais que nada, e depois a abolição do tempo, e então o que respira no corpo passa à vara, e o que respira na vara passa depois à ponta, tu não, tu já respiraste tudo pelo dardo fora, mudo e cego e surdo, e és um só ponto do alvo onde respiras todo, e tudo respira nesse ponto, em ti, veia da terra, oh sangue sensível»
Sinopse
«como se atira o dardo com o corpo todo,
com a eternidade em não mais que nada,
e depois a abolição do tempo,
e então o que respira no corpo passa à vara,
e o que respira na vara passa depois à ponta,
tu não, tu já respiraste tudo pelo dardo fora,
mudo e cego e surdo,
e és um só ponto do alvo onde respiras todo,
e tudo respira nesse ponto,
em ti, veia da terra, oh
sangue sensível»
Ficha Técnica
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