Aos 43 anos, no pico da carreira profissional, o editor da revista "Elle" em França, Jean-Dominique Bauby, foi vítima de um acidente vascular cerebral que lhe paralisou todo o corpo, excepto o olho esquerdo. Apesar do estado vegetativo, Bauby continuava intelectualmente lúcido e conseguiu, com a ajuda de Henriette, a sua terapeuta da fala, utilizar esse olho para comunicar com o mundo exterior, descrevendo de forma pormenorizada, letra a letra, as suas angústias, os seus sonhos, o seu mundo interior, acabando por publicar este livro autobiográfico, que viria a tornar-se um best-seller, escrito através do piscar do olho. Em "O Escafandro e A Borboleta", adaptado ao cinema por Julian Schnabel, Jean-Dominique Bauby narra os seus dois últimos anos de vida e mostra ao mundo que o facto de não se poder mover nem falar não o impedia de querer viver.
Sinopse
Aos 43 anos, no pico da carreira profissional, o editor da revista "Elle" em França, Jean-Dominique Bauby, foi vítima de um acidente vascular cerebral que lhe paralisou todo o corpo, excepto o olho esquerdo. Apesar do estado vegetativo, Bauby continuava intelectualmente lúcido e conseguiu, com a ajuda de Henriette, a sua terapeuta da fala, utilizar esse olho para comunicar com o mundo exterior, descrevendo de forma pormenorizada, letra a letra, as suas angústias, os seus sonhos, o seu mundo interior, acabando por publicar este livro autobiográfico, que viria a tornar-se um best-seller, escrito através do piscar do olho. Em "O Escafandro e A Borboleta", adaptado ao cinema por Julian Schnabel, Jean-Dominique Bauby narra os seus dois últimos anos de vida e mostra ao mundo que o facto de não se poder mover nem falar não o impedia de querer viver.
Ficha Técnica
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