Preservando o rigor da ciência histórica, Kerényi apresenta nos seus estudos a afinidade entre o tempo dos materiais estudados e a pertinência destes para o tempo em que ele vive: trabalhar sobre o grafema remoto do labirinto durante a Segunda Guerra Mundial, significa entrar no enigma do presente onde qualquer segurança metodológica e historiográfica preexistente é dissolvida. A descoberta — e a razão de correr o risco — é a de que entrar e percorrer o labirinto comporta sempre, por definição, a cifra da saída: uma linha «vida-morte-vida». Em apêndice, apresentam--se duas (as únicas) cartas a Martin Heidegger, até aqui inéditas, e uma conferência, de 1953, na qual medita sobre a interpretação que o filósofo dera de Hölderlin, revelando com tal um fértil substrato ainda por estudar.
Sinopse
Preservando o rigor da ciência histórica, Kerényi apresenta nos seus estudos a afinidade entre o tempo dos materiais estudados e a pertinência destes para o tempo em que ele vive: trabalhar sobre o grafema remoto do labirinto durante a Segunda Guerra Mundial, significa entrar no enigma do presente onde qualquer segurança metodológica e historiográfica preexistente é dissolvida. A descoberta — e a razão de correr o risco — é a de que entrar e percorrer o labirinto comporta sempre, por definição, a cifra da saída: uma linha «vida-morte-vida». Em apêndice, apresentam--se duas (as únicas) cartas a Martin Heidegger, até aqui inéditas, e uma conferência, de 1953, na qual medita sobre a interpretação que o filósofo dera de Hölderlin, revelando com tal um fértil substrato ainda por estudar.Ficha Técnica
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