António Rodrigues (Lisboa, 1954-2008) foi crítico de arte, curador, historiador e professor universitário. Leccionou História de Arte no ARCO, Centro de Arte e Comunicação Visual (1984-1989), IADE, Instituto Superior de Design (1996-1999), e Universidade Lusíada (1997-1998) e na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (1990-1992 e 1998-2008). Originalmente licenciado em História e discípulo do período final do magistério de José-Augusto França que, no Mestrado de História da Arte, lhe orientou uma tese desenvolvida em torno da actividade modeladora de António Ferro, o interesse de António Rodrigues pela contextualização dos fenómenos artísticos ia a par do entendimento de certos protagonismos individuais como emblemas de uma época, antecipando-a, superando-a, negando-a ou sintetizando-a; assim nos casos estudados de Henrique Pousão, Alfredo Keil, Amadeo, Christiano Cruz, Jorge Barradas, António Ferro, Joaquim Bravo, Ana Vieira ou Álvaro Lapa, por exemplo. Com a A Arte do Crítico, presta-se um tributo a António Rodrigues. Ao mostrar a sua colecção de arte, mostramos aquilo que lhe era mais próximo: as obras, os artistas, a arte. Revelamos as suas afinidades, os seus interesses, as suas paixões, os seus gostos, as suas falhas, as suas faltas, as suas desistências. É como se agora aqui estivessem os seus trabalhos e os seus dias. É como se aqui estivesse ele, com a mão erguida para nos apontar um desenho — e fazer ver nele o seu invisível, o seu avesso, o seu duplo.
Sinopse
António Rodrigues (Lisboa, 1954-2008) foi crítico de arte, curador, historiador e professor universitário. Leccionou História de Arte no ARCO, Centro de Arte e Comunicação Visual (1984-1989), IADE, Instituto Superior de Design (1996-1999), e Universidade Lusíada (1997-1998) e na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (1990-1992 e 1998-2008). Originalmente licenciado em História e discípulo do período final do magistério de José-Augusto França que, no Mestrado de História da Arte, lhe orientou uma tese desenvolvida em torno da actividade modeladora de António Ferro, o interesse de António Rodrigues pela contextualização dos fenómenos artísticos ia a par do entendimento de certos protagonismos individuais como emblemas de uma época, antecipando-a, superando-a, negando-a ou sintetizando-a; assim nos casos estudados de Henrique Pousão, Alfredo Keil, Amadeo, Christiano Cruz, Jorge Barradas, António Ferro, Joaquim Bravo, Ana Vieira ou Álvaro Lapa, por exemplo. Com a A Arte do Crítico, presta-se um tributo a António Rodrigues. Ao mostrar a sua colecção de arte, mostramos aquilo que lhe era mais próximo: as obras, os artistas, a arte. Revelamos as suas afinidades, os seus interesses, as suas paixões, os seus gostos, as suas falhas, as suas faltas, as suas desistências. É como se agora aqui estivessem os seus trabalhos e os seus dias. É como se aqui estivesse ele, com a mão
erguida para nos apontar um desenho — e fazer ver nele o seu invisível, o seu avesso, o seu duplo.
Ficha Técnica
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