Premiado em 2009 como Prémio Correntes d’Escritas, pelo seu livro A Moeda do Tempo, Gastão Cruz regressa agora com um novo livro de poesia: Escarpas, de que aqui deixamos o poema que intitula o livro:ESCARPAS Tantos vieram para quem estar vivo foi ouro em que seu ferro converteram, pelo dia chamados tantos eram que como lençol negro a luz cobriam, obscura multidão tal o vazio lugar universal que biliões de anos-luz levaria a percorrer, nuvens de aves morrendo em sucessivo quebrar do tempo nas escarpas gastas da passagem, mas como atravessar o vazio sem tempo, aquele que há-deser o tempo de todos? Tantos vieram mudar seu ferro em erro, é de viver e morrer que se trata, ferro em ferro.
Sinopse
Premiado em 2009 como Prémio Correntes d’Escritas, pelo seu livro A Moeda do Tempo, Gastão Cruz regressa agora com um novo livro de poesia: Escarpas, de que aqui deixamos o poema que intitula o livro:ESCARPAS Tantos vieram para quem estar vivo foi ouro em que seu ferro converteram, pelo dia chamados tantos eram que como lençol negro a luz cobriam, obscura multidão tal o vazio lugar universal que biliões de anos-luz levaria a percorrer, nuvens de aves morrendo em sucessivo quebrar do tempo nas escarpas gastas da passagem, mas como atravessar o vazio sem tempo, aquele que há-deser o tempo de todos? Tantos vieram mudar seu ferro em erro, é de viver e morrer que se trata, ferro em ferro.
Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)