Quase vinte anos depois de ter chegado à Teorema e a Portugal, o nosso
conhecido Wilt está de volta no último romance de Tom Sharpe, publicado
simultaneamente no nosso país e em Inglaterra.
O Tempo é de férias, Eva parte para a América com as
quadrigémeas, a convite dos seus tios, obviamente ricos. Wilt conta à
mulher uma das suas habituais mentiras, para se esquivar a
acompanhá-las, e decide realizar um dos sonhos da sua vida, um longo
passeio a pé e sem rumo, em busca da velha Inglaterra, profunda e
autêntica.
O que se vai passar durante estas férias, com marido e mulher
separados pelo oceano, é o que o leitor espera do corrosivo e hilariante
humor de Sharpe: um incêndio numa velha mansão, sexo pouco ortodoxo, um
hipotético tráfico de drogas, bebedeiras, trapalhadas com a polícia e
os serviços secretos, a estanha morte de um Membro do Parlamento e
Ministro do Gabinete-sombra, num clima de pequenos ódios e vinganças. É
claro que a diabólica e engenhosa hiperactividade das quadrigémeas
apenas contribui para complicar mais situações já de si complicadas.
No final, Wilt, sentado no seu jardim, há-de concluir
melancolicamente que será sempre um exemplo típico do homem suburbano e
que as aventuras são para os aventureiros.
Sinopse
O Tempo é de férias, Eva parte para a América com as quadrigémeas, a convite dos seus tios, obviamente ricos. Wilt conta à mulher uma das suas habituais mentiras, para se esquivar a acompanhá-las, e decide realizar um dos sonhos da sua vida, um longo passeio a pé e sem rumo, em busca da velha Inglaterra, profunda e autêntica.
O que se vai passar durante estas férias, com marido e mulher separados pelo oceano, é o que o leitor espera do corrosivo e hilariante humor de Sharpe: um incêndio numa velha mansão, sexo pouco ortodoxo, um hipotético tráfico de drogas, bebedeiras, trapalhadas com a polícia e os serviços secretos, a estanha morte de um Membro do Parlamento e Ministro do Gabinete-sombra, num clima de pequenos ódios e vinganças. É claro que a diabólica e engenhosa hiperactividade das quadrigémeas apenas contribui para complicar mais situações já de si complicadas.
No final, Wilt, sentado no seu jardim, há-de concluir melancolicamente que será sempre um exemplo típico do homem suburbano e que as aventuras são para os aventureiros.
Ficha Técnica
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