Último livro do escritor inglês de origem paquistanesa Hanif Kureishi,
romancista, contista, dramaturgo e argumentista, cuja tradução chega até
nós pouco depois da publicação em Inglaterra. Kureishi é um dos nomes
de referência da literatura inglesa contemporânea e o seu sucesso
começaria bem cedo, logo com o seu primeiro livro, "O Buda dos
Subúrbios", ou melhor, ainda antes, quando o seu argumento para o filme
de Stephen Frears, "A Minha Bela Lavandaria" foi nomeado para um Óscar e
recebeu um prémio da crítica em Nova Iorque. Outros livros ou contos
adaptados ao grande écran ("O Meu Filho Fanático"; "Intimidade"
trouxeram-lhe mais popularidade junto dos leitores.
"O Dom de Gabriel" recria Londres na sua contemporaneidade através do
olhar adolescente de Gabriel, filho de um músico rock decadente (que
"observava o mundo através do fundo de um copo de cerveja") e de uma
ex-groupie a trabalhar num bar. Os pais separaram-se e Gabriel vê-se um
tanto confuso e perdido, como quase todos os seus amigos, a quem chamam
filhos pinguepongue, divididos entre duas casas, mimados alternadamente,
com meios irmãos e novos "pais" e "mães". No meio de tudo isto, Gabriel
tem um dom, um talento, mas não sabe qual é e tenta descobri-lo ao
longo do livro.
"Raras vezes vimos na ficção britânica contemporânea uma personagem tão
generosa, com tal poder de redenção. (Gabriel é um rapaz que) está
empenhado em crescer e quer que todos cresçam à sua volta - a começar
pelo leitor, a quem só pedimos que leia estas páginas."
José Prata, O Independente
Sinopse
"O Dom de Gabriel" recria Londres na sua contemporaneidade através do olhar adolescente de Gabriel, filho de um músico rock decadente (que "observava o mundo através do fundo de um copo de cerveja") e de uma ex-groupie a trabalhar num bar. Os pais separaram-se e Gabriel vê-se um tanto confuso e perdido, como quase todos os seus amigos, a quem chamam filhos pinguepongue, divididos entre duas casas, mimados alternadamente, com meios irmãos e novos "pais" e "mães". No meio de tudo isto, Gabriel tem um dom, um talento, mas não sabe qual é e tenta descobri-lo ao longo do livro.
"Raras vezes vimos na ficção britânica contemporânea uma personagem tão generosa, com tal poder de redenção. (Gabriel é um rapaz que) está empenhado em crescer e quer que todos cresçam à sua volta - a começar pelo leitor, a quem só pedimos que leia estas páginas."
José Prata, O Independente
Ficha Técnica
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