Eis um dos romances mais originais e mais deslumbrantes da literatura portuguesa dos últimos cinquenta anos. Uma obra matricial na qual o quadrante do tempo é inserido numa atmosfera mágica e encantatória. E, de novo, uma grande maestria estilística. Sobre a «Viagem», Óscar Lopes escreveu: «Baptista-Bastos produziu o livro dos livros novelísticos da sua geração, se não de toda a literatura portuguesa de aquém 195». E Jacinto do Prado Coelho: «Um livro singular e fascinante, diferente, com um lugar único na nossa literatura».
Sinopse
Eis um dos romances mais originais e mais deslumbrantes da literatura portuguesa dos últimos cinquenta anos. Uma obra matricial na qual o quadrante do tempo é inserido numa atmosfera mágica e encantatória. E, de novo, uma grande maestria estilística. Sobre a «Viagem», Óscar Lopes escreveu: «Baptista-Bastos produziu o livro dos livros novelísticos da sua geração, se não de toda a literatura portuguesa de aquém 195». E Jacinto do Prado Coelho: «Um livro singular e fascinante, diferente, com um lugar único na nossa literatura».Ficha Técnica
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