Todos estamos feridos. Mas uns estão muito mais feridos do que outros. São aqueles que se feriram a si próprios, sem disso darem conta. As Bicicletas em Setembro fala de trajectórias amorosas e de que todos os destinos sentimentais ocultam histórias subterrâneas. Fala, também, da beleza perversa das relações humanas, e de que as pessoas suportam tudo, menos a solidão, a separação e a perda. É uma parábola sobre perdedores - todos nós. Porque cada um de nós perdeu alguma coisa. «Um dos maiores prosadores de língua portuguesa , segundo Maria Lúcia Lepecki, regressa ao catálogo da ASA com um livro onde a memória afectuosa dos lugares se desvela nos subtis pormenores da realidade.»
Sinopse
Todos estamos feridos. Mas uns estão muito mais feridos do que outros. São aqueles que se feriram a si próprios, sem disso darem conta. As Bicicletas em Setembro fala de trajectórias amorosas e de que todos os destinos sentimentais ocultam histórias subterrâneas. Fala, também, da beleza perversa das relações humanas, e de que as pessoas suportam tudo, menos a solidão, a separação e a perda. É uma parábola sobre perdedores - todos nós. Porque cada um de nós perdeu alguma coisa. «Um dos maiores prosadores de língua portuguesa , segundo Maria Lúcia Lepecki, regressa ao catálogo da ASA com um livro onde a memória afectuosa dos lugares se desvela nos subtis pormenores da realidade.»Ficha Técnica
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