Comentários
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Helena Amaral:
Fiquei verdadeiramente surpreendida pela qualidade.
Trata-se de uma história actual, de encontros e desencontros, que até ao final nos deixa na expectativa.
Parabéns!
Aguardo o próximo. 08 Abril 2011 às 14:06:25 -
Ana Maria dos Santos Correia Car:
Parabéns Olga!
Conseguiste surpreender-me, pela positiva claro, continua e quando lançares o próximo, avisa, é que a seguir ao meu escritor preferido Nicholas Sparks, vens tu.(isto de ter uma colega "escritora" tem muito que se lhe diga....)
Felicidades
Ana Carvalheira
Ana Carvalheira 30 Março 2011 às 11:33:01 -
Ana Maria dos Santos Correia Car:
Parabéns Olga!
Conseguiste surpreender-me, pela positiva claro, continua e quando lançares o próximo, avisa, é que a seguir ao meu escritor preferido Nicholas Sparks, vens tu.(isto de ter uma colega "escritora" tem muito que se lhe diga....)
Felicidades
Ana Carvalheira
Ana Carvalheira 30 Março 2011 às 11:32:59 -
Olga Cardoso:
Obrigada, Amigas, pelas vossas palavras...
Olga 28 Fevereiro 2011 às 10:43:22 -
Liliana Monteiro:
5 ESTRELAS: Felicidade, Amor, Esperança, Conquista e Destino
Retrato de vida. Muitos parabéns, excelente partilha de vivivências. Muito obrigada por partilhares connosco a oportunidade de sonhar, e de sairmos da nossa zona de conforto. Liliana e Mónica 21 Fevereiro 2011 às 14:43:26
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Sinopse
Esta é a história que retrata a vida de Inês e da sua viagem, ora ao saber do tempo, ora remando e lutando contra ele. Idealizou que teria sempre tempo para tudo realizar, para os seus objectivos e sonhos concretizar, mesmo quando não sabia o caminho certo a seguir. Procurou incansavelmente ser feliz, buscando forças para ultrapassar barreiras de angústia e ansiedade. Nem sempre conseguiu. E mesmo quando pensava que as pequenas tempestades se haviam dissipado, nem por isso a sua vida passou a ser o paraíso. Inês fora sempre uma mulher rebelde, insatisfeita, alguém que nesta viagem da vida nem sempre saiu nas paragens certas. Amou, de corpo e alma, um homem. Teve algumas outras paixões e outros tantos desamores e no resto ficaram as mágoas, as recordações, as tristezas e as frustrações por não conseguir sentir-se realizada. Muitas vezes enganou-se. Visitou locais onde lhe infligiram penas agravadas de prisão sem sequer ter cometido nenhum delito, a não ser ter derramado inadvertidamente a sua irreverência e esbanjado o seu amor por homens incompatíveis. ‘Um amor sem tempo’ mostra-nos de uma forma subtil e doce, que a necessidade de amar e correspondentemente de nos sentirmos amados é indispensável para a auto-descoberta da felicidade. Por detrás de cada um de nós, existe uma história que normalmente nunca revelamos, fazendo parte do nosso baú – são os amores desencontrados nos desamores encontrados – a nossa janela oculta no Tempo que vai passando…
Ficha Técnica
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