Quantas vezes morremos durante a vida? E quantos já não estão mortos antes da sua vida terminar? Diz-se que o sonho comanda a vida e só o Amor tem o poder de transcender a Morte, mas para alguns a própria vida torna-se um pesadelo e o Amor, em excesso ou falta dele, o passaporte para a própria Morte. AMORTE orbita dentro deste jogo de espelhos, de dualidades múltiplas e sentidos paralelos que se cruzam durante a obra, fazendo-a girar em histórias interligadas, que não obedecem necessariamente a uma linha temporal ou fio condutor. Como a vida, AMORTE é uma espiral de acontecimentos, de ciclos quebrados e iniciados, que se influenciam e subjugam, vertiginosamente, entre si. Citando Nietzsche; “Porque a grandeza do homem consiste em que ele é uma ponte e não um fim; o que nos pode agradar no homem é ele ser transição e queda”, AMORTE transita algures entre o céu e o abismo, a luz e as trevas, a decadência e a ascensão, a dor e o prazer, o Amor e o ódio, a vida e a Morte… estando aberta, como a vida, à percepção, interpretação e montagem de cada um.
Escrevo poesia, prosa, letras musicais, contos infantis, ficção narrativa e textos filosóficos. Também faço declamação e canto. Entre 2008 e 2009 fiz parte de uma banda de...
Sinopse
Quantas vezes morremos durante a vida? E quantos já não estão mortos antes da sua vida terminar? Diz-se que o sonho comanda a vida e só o Amor tem o poder de transcender a Morte, mas para alguns a própria vida torna-se um pesadelo e o Amor, em excesso ou falta dele, o passaporte para a própria Morte. AMORTE orbita dentro deste jogo de espelhos, de dualidades múltiplas e sentidos paralelos que se cruzam durante a obra, fazendo-a girar em histórias interligadas, que não obedecem necessariamente a uma linha temporal ou fio condutor. Como a vida, AMORTE é uma espiral de acontecimentos, de ciclos quebrados e iniciados, que se influenciam e subjugam, vertiginosamente, entre si. Citando Nietzsche; “Porque a grandeza do homem consiste em que ele é uma ponte e não um fim; o que nos pode agradar no homem é ele ser transição e queda”, AMORTE transita algures entre o céu e o abismo, a luz e as trevas, a decadência e a ascensão, a dor e o prazer, o Amor e o ódio, a vida e a Morte… estando aberta, como a vida, à percepção, interpretação e montagem de cada um.
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