O repertório gravado nesta edição é tomado nas várias fontes manuscritas madeirenses, que chegaram até aos nossos dias, datadas entre os anos de 1844 e 1890. Nesta gravação participaram, além de dois machetes madeirenses, que tocam a solo, duo ou também são usados como acompanhadores da voz de soprano, foi também usada uma viola e uma flauta. As peças escolhidas nesta gravação são muito variadas, fazendo-se ouvir: a par dos célebres romances madeirenses, recolhidos e adaptada para voz e machetes por Manuel Joaquim Monteiro; uma modinha de Cândido Drumond de Vasconcelos; uma canção inglesa de autor anónimo; danças de salão em voga nesta época, como a Valsa, o Cotilhão; a célebre Rule Britannia de Thomas Arnes, adaptada para o machete solo, uma canção suíça, Ranz de Vaches, aqui tocada numa versão instrumental; um Tema com variações; um Hino e uma Valsa vienense do velho Johannes Strauss. Na parte multimédia do CD faz-se uma viagem à história dos Saraus Funchalenses, principalmente ao longo do século XX. Na parte de investigação e autoria de textos, este sexto volume contou com a coordenação do comendador Manuel Morais e com o apoio iconográfico da Associação Musical e Cultural Xarabanda, através do seu presidente Rui Camacho. Na parte musical, colabora neste número o Quinteto Drumond de Vasconcelos, o qual é constituído pelos seguintes músicos: Mónica Monteiro (canto), Joana Amorim (flauta), Manuel Morais (direção artística e viola), Roberto Moritz (machete) e Vítor Filipe (machete). A coleção “Madeira Música” tem como principal propósito recuperar obras musicais madeirenses do passado e divulgá-las em formato didáctico-cultural. Neste sexto volume, é possível: Ouvir dezoito peças madeirenses do século XIX, a maioria delas aqui gravadas pela primeira vez; Visualizar e imprimir as partituras das peças gravadas nesta publicação. Todos os conteúdos presentes nesta edição podem ser visualizados num computador e as músicas podem ser ouvidas num leitor de CD ou no próprio computador. O processo de recuperação destas obras musicais históricas passou por várias etapas, desde a observação de um fundo documental na posse do Gabinete Coordenador de Educação Artística (GCEA), até à edição final do CD-Rom+Áudio. De um modo mais pormenorizado, o processo de recuperação destas peças para Bandolim seguiu as oito etapas seguintes: Recuperação de colecções de partituras antigas, na posse de famílias madeirenses que não tinham condições para as preservar e pretendiam que os fundos de partituras na sua posse fossem guardados e divulgados por um organismo público; Selecção das obras musicais mais relevantes, de autores importantes na Madeira, entre as várias peças existentes nas colecções; Pesquisa de informação sobre os compositores em periódicos, livros e junto das famílias; Digitalização das partituras numa edição moderna e fácil de ler; Análise das partituras e pesquisa de informação sobre a utilização do género musical no contexto madeirense; Seleção de músicos para tocar as partituras recuperadas; Gravação áudio das obras musicais; Escrita de conteúdos originais e criação de um suporte didático atrativo (CD-Rom+Áudio) para o público geral.
Sinopse
O repertório gravado nesta edição é tomado nas várias fontes manuscritas madeirenses, que chegaram até aos nossos dias, datadas entre os anos de 1844 e 1890. Nesta gravação participaram, além de dois machetes madeirenses, que tocam a solo, duo ou também são usados como acompanhadores da voz de soprano, foi também usada uma viola e uma flauta. As peças escolhidas nesta gravação são muito variadas, fazendo-se ouvir: a par dos célebres romances madeirenses, recolhidos e adaptada para voz e machetes por Manuel Joaquim Monteiro; uma modinha de Cândido Drumond de Vasconcelos; uma canção inglesa de autor anónimo; danças de salão em voga nesta época, como a Valsa, o Cotilhão; a célebre Rule Britannia de Thomas Arnes, adaptada para o machete solo, uma canção suíça, Ranz de Vaches, aqui tocada numa versão instrumental; um Tema com variações; um Hino e uma Valsa vienense do velho Johannes Strauss.
Na parte multimédia do CD faz-se uma viagem à história dos Saraus Funchalenses, principalmente ao longo do século XX. Na parte de investigação e autoria de textos, este sexto volume contou com a coordenação do comendador Manuel Morais e com o apoio iconográfico da Associação Musical e Cultural Xarabanda, através do seu presidente Rui Camacho.
Na parte musical, colabora neste número o Quinteto Drumond de Vasconcelos, o qual é constituído pelos seguintes músicos: Mónica Monteiro (canto), Joana Amorim (flauta), Manuel Morais (direção artística e viola), Roberto Moritz (machete) e Vítor Filipe (machete).
A coleção “Madeira Música” tem como principal propósito recuperar obras musicais madeirenses do passado e divulgá-las em formato didáctico-cultural.
Neste sexto volume, é possível:
Ouvir dezoito peças madeirenses do século XIX, a maioria delas aqui gravadas pela primeira vez;
Visualizar e imprimir as partituras das peças gravadas nesta publicação.
Todos os conteúdos presentes nesta edição podem ser visualizados num computador e as músicas podem ser ouvidas num leitor de CD ou no próprio computador.
O processo de recuperação destas obras musicais históricas passou por várias etapas, desde a observação de um fundo documental na posse do Gabinete Coordenador de Educação Artística (GCEA), até à edição final do CD-Rom+Áudio. De um modo mais pormenorizado, o processo de recuperação destas peças para Bandolim seguiu as oito etapas seguintes:
Recuperação de colecções de partituras antigas, na posse de famílias madeirenses que não tinham condições para as preservar e pretendiam que os fundos de partituras na sua posse fossem guardados e divulgados por um organismo público;
Selecção das obras musicais mais relevantes, de autores importantes na Madeira, entre as várias peças existentes nas colecções;
Pesquisa de informação sobre os compositores em periódicos, livros e junto das famílias;
Digitalização das partituras numa edição moderna e fácil de ler;
Análise das partituras e pesquisa de informação sobre a utilização do género musical no contexto madeirense;
Seleção de músicos para tocar as partituras recuperadas;
Gravação áudio das obras musicais;
Escrita de conteúdos originais e criação de um suporte didático atrativo (CD-Rom+Áudio) para o público geral.
Ficha Técnica
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