Rihla: périplo, itinerário, narrativa de viagens, foi esta última acepção que deu o seu nome a um género que ocupa um lugar muito destacado na literatura árabe. Nos finais do século XV da era cristã, ao decifrar algumas antigas tábuas sírias, Lisán al- Aysar, um erudito árabe do reino de Granada, convence-se de que, para lá do oceano, existe com certeza um outro mundo. Decide então fazer-se ao mar para dar início a uma rihla, a uma grande expedição iniciática, na companhia de um grupo de aventureiros das mais diversas origens, corsários turcos, cavaleiros sarracenos, um feiticeiro mameluco, um piloto biscainho bêbado e zarolho. Rihla conduz-nos assim à América pré-colombina, no sopro épico das viagens, das batalhas, do conhecimento, da magia e do amor. No imenso fascínio da aventura. «Como romance de aventuras completo e emocionante, Rihla é quase perfeito.» Francisco Súñer Iglésias
Sinopse
Rihla: périplo, itinerário, narrativa de viagens, foi esta última acepção que deu o seu nome a um género que ocupa um lugar muito destacado na literatura árabe. Nos finais do século XV da era cristã, ao decifrar algumas antigas tábuas sírias, Lisán al- Aysar, um erudito árabe do reino de Granada, convence-se de que, para lá do oceano, existe com certeza um outro mundo. Decide então fazer-se ao mar para dar início a uma rihla, a uma grande expedição iniciática, na companhia de um grupo de aventureiros das mais diversas origens, corsários turcos, cavaleiros sarracenos, um feiticeiro mameluco, um piloto biscainho bêbado e zarolho. Rihla conduz-nos assim à América pré-colombina, no sopro épico das viagens, das batalhas, do conhecimento, da magia e do amor. No imenso fascínio da aventura. «Como romance de aventuras completo e emocionante, Rihla é quase perfeito.» Francisco Súñer IglésiasFicha Técnica
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