Andreia Vale, jornalista, é uma apaixonada por expressões idiomáticas,
aquelas que nos saltam da boca sem sabermos como. Quem as disse pela
primeira vez? Porque começaram a ser usadas? Como sobreviveram até aos
nossos dias? Que história escondem? No fundo, porque é que se diz assim e
não assado. Neste livro, a jornalista puxa a brasa à sua sardinha e
reúne algumas destas expressões que estão sempre à mão de semear. São
democráticas, usadas por todos nós. Claro que, para as reunir aqui
nestas páginas, preto no branco, a autora teve de passar as passinhas do
Algarve pois o universo das expressões populares é como um poço sem
fundo. Usamos estas expressões para tudo e mais um par de botas.
Servem de desbloqueadores de conversa ou, simplesmente para impressionar
alguém. Numa discussão, numa conversa de elevador, à mesa do café, com a
família. Usamo-las porque podem substituir uma frase mais complexa, uma
conversa mais demorada, um raciocínio do arco da velha. Às vezes até
para despachar alguém ou rematar um argumento. É remédio santo.Andreia Vale, jornalista, é uma apaixonada por expressões idiomáticas,
aquelas que nos saltam da boca sem sabermos como. Quem as disse pela
primeira vez? Porque começaram a ser usadas? Como sobreviveram até aos
nossos dias? Que história escondem? No fundo, porque é que se diz assim e
não assado.
Neste livro, a jornalista puxa a brasa à sua sardinha e
reúne algumas destas expressões que estão sempre à mão de semear. São
democráticas, usadas por todos nós. Claro que, para as reunir aqui
nestas páginas, preto no branco, a autora teve de passar as passinhas do
Algarve pois o universo das expressões populares é como um poço sem
fundo.
Usamos estas expressões para tudo e mais um par de botas.
Servem de desbloqueadores de conversa ou, simplesmente para impressionar
alguém. Numa discussão, numa conversa de elevador, à mesa do café, com a
família. Usamo-las porque podem substituir uma frase mais complexa, uma
conversa mais demorada, um raciocínio do arco da velha. Às vezes até
para despachar alguém ou rematar um argumento. É remédio santo.
Sinopse
Neste livro, a jornalista puxa a brasa à sua sardinha e reúne algumas destas expressões que estão sempre à mão de semear. São democráticas, usadas por todos nós. Claro que, para as reunir aqui nestas páginas, preto no branco, a autora teve de passar as passinhas do Algarve pois o universo das expressões populares é como um poço sem fundo.
Usamos estas expressões para tudo e mais um par de botas. Servem de desbloqueadores de conversa ou, simplesmente para impressionar alguém. Numa discussão, numa conversa de elevador, à mesa do café, com a família. Usamo-las porque podem substituir uma frase mais complexa, uma conversa mais demorada, um raciocínio do arco da velha. Às vezes até para despachar alguém ou rematar um argumento. É remédio santo.Andreia Vale, jornalista, é uma apaixonada por expressões idiomáticas, aquelas que nos saltam da boca sem sabermos como. Quem as disse pela primeira vez? Porque começaram a ser usadas? Como sobreviveram até aos nossos dias? Que história escondem? No fundo, porque é que se diz assim e não assado.
Neste livro, a jornalista puxa a brasa à sua sardinha e reúne algumas destas expressões que estão sempre à mão de semear. São democráticas, usadas por todos nós. Claro que, para as reunir aqui nestas páginas, preto no branco, a autora teve de passar as passinhas do Algarve pois o universo das expressões populares é como um poço sem fundo.
Usamos estas expressões para tudo e mais um par de botas. Servem de desbloqueadores de conversa ou, simplesmente para impressionar alguém. Numa discussão, numa conversa de elevador, à mesa do café, com a família. Usamo-las porque podem substituir uma frase mais complexa, uma conversa mais demorada, um raciocínio do arco da velha. Às vezes até para despachar alguém ou rematar um argumento. É remédio santo.
Ficha Técnica
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