Os textos aqui reunidos são produto da reflexão de um economista interessado e empenhado na vida pública—não são os de umpolítico. E são tambémos textos de umacadémico que entende que o conhecimento não é para ficar fechado nas Universidades ou encerrado emmíticas “torres de marfim”. […]Para Luís Campos e Cunha a sua independência émais importante do que as suas conveniências, e o que dize escreve resulta daquilo que pensa, e não de sopesar as consequências de cada palavra antes de a omitir.Oque, numliberal, é sinal de coerência. […]Tendo estado quase sempre próximo do PS, Luís Campos e Cunha é mais liberal—em termos económicos—do que a maior parte dos políticos e dos economistas portugueses, mesmo os que se situam bem para a sua direita. Liberal também no que toca às questões sociais—mas sem esquecer que mais liberdade nos costumes implicamais responsabilidade nos actos—, não se encaixa bem nas gavetinhas em que, habitualmente, os polícias sinaleiros do espaço público gostam de arrumar quem tem ideias próprias e é escutado pelos seus concidadãos.Tambémnão vou por isso cair na tentação de o classificar, até porque isso não é o mais importante. Como se pode comprovar ao reler o que escreveu ao longo dos últimos três anos, a sua diferença é feita por uma heterodoxiaenformada por uma sólida formação económica. Luís Campos e Cunha não é por isso nem um economista que nãosabe abordar outros temas, nem um curioso que escreve no vento que sopra e na direcção emque este sopra.»Do «Posfácio», José Manuel Fernandes
Sinopse
Os textos aqui reunidos são produto da reflexão de um economista interessado e empenhado na vida pública—não são os de umpolítico. E são tambémos textos de umacadémico que entende que o conhecimento não é para ficar fechado nas Universidades ou encerrado emmíticas “torres de marfim”. […]Para Luís Campos e Cunha a sua independência émais importante do que as suas conveniências, e o que dize escreve resulta daquilo que pensa, e não de sopesar as consequências de cada palavra antes de a omitir.Oque, numliberal, é sinal de coerência. […]Tendo estado quase sempre próximo do PS, Luís Campos e Cunha é mais liberal—em termos económicos—do que a maior parte dos políticos e dos economistas portugueses, mesmo os que se situam bem para a sua direita. Liberal também no que toca às questões sociais—mas sem esquecer que mais liberdade nos costumes implicamais responsabilidade nos actos—, não se encaixa bem nas gavetinhas em que, habitualmente, os polícias sinaleiros do espaço público gostam de arrumar quem tem ideias próprias e é escutado pelos seus concidadãos.Tambémnão vou por isso cair na tentação de o classificar, até porque isso não é o mais importante. Como se pode comprovar ao reler o que escreveu ao longo dos últimos três anos, a sua diferença é feita por uma heterodoxiaenformada por uma sólida formação económica. Luís Campos e Cunha não é por isso nem um economista que nãosabe abordar outros temas, nem um curioso que escreve no vento que sopra e na direcção emque este sopra.»Do «Posfácio», José Manuel Fernandes
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