Um livro fascinante e provocador que aborda as principais questões relativasao lugar único que o ser humano ocupa no Universo.O triunfo da ciência parece quase total, porém as suas limitações raramente foramtão veementemente reveladas como nesta obra incisiva, lúcida e actualíssima.Porquê Nós? aborda o resultado inesperado dos dois grandes projectos científicosdos últimos vinte anos que procuraram resolver os derradeiros grandes mistérios.os obstáculos finais a uma teoria verdadeiramente abrangente que tambémexplicaria o nosso lugar no Universo… O primeiro é o Projecto do GenomaHumano, terminado em 2001, que prometeu revelar os segredos da herançagenética. O segundo é o fenomenal avanço em imagiologia cerebral que permitiuaos neurocientistas da última década do século XX observarem o cérebro “emacção”.Isto tem profundas implicações para o pensamento que prevalece desde asdescobertas de Charles Darwin, de que “não passamos” do resultado de umprocesso evolutivo materialista e conhecido. A premissa central da filosofiaocidental – existe “algo mais do que aquilo que conseguimos saber” – pode agoraser reafirmada. Em suma, estamos à beira de uma mudança fundamental nacompreensão sobre nós próprios e o nosso lugar no Universo, 150 anos após apublicação de A Origem das Espécies.
Sinopse
Um livro fascinante e provocador que aborda as principais questões relativasao lugar único que o ser humano ocupa no Universo.O triunfo da ciência parece quase total, porém as suas limitações raramente foramtão veementemente reveladas como nesta obra incisiva, lúcida e actualíssima.Porquê Nós? aborda o resultado inesperado dos dois grandes projectos científicosdos últimos vinte anos que procuraram resolver os derradeiros grandes mistérios.os obstáculos finais a uma teoria verdadeiramente abrangente que tambémexplicaria o nosso lugar no Universo… O primeiro é o Projecto do GenomaHumano, terminado em 2001, que prometeu revelar os segredos da herançagenética. O segundo é o fenomenal avanço em imagiologia cerebral que permitiuaos neurocientistas da última década do século XX observarem o cérebro “emacção”.Isto tem profundas implicações para o pensamento que prevalece desde asdescobertas de Charles Darwin, de que “não passamos” do resultado de umprocesso evolutivo materialista e conhecido. A premissa central da filosofiaocidental – existe “algo mais do que aquilo que conseguimos saber” – pode agoraser reafirmada. Em suma, estamos à beira de uma mudança fundamental nacompreensão sobre nós próprios e o nosso lugar no Universo, 150 anos após apublicação de A Origem das Espécies.Ficha Técnica
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