“É raro que uma poesia tome assim forma entre o céu e a terra. O que quer dizer quanto a tarefa dos poetas palestinianos é complexa, quase inédita. Eles não podem escrever senão com o que lhes foi usurpado. A sua poesia é a de ferida aberta, de uma memória que está sempre em risco de se romper, de uma fascinação pela morte, caminho necessário da ressurreição”. É assim que Abdellatif Laâbi vê a poesia palestiniana contemporânea. E alguns dos seus momentos mais dilacerantes, mais líricos, mais trágicos, mais dignos da grande tradição da poesia árabe encontram-se nestas páginas escolhidas e traduzidas por um notável poeta português – Albano Martins. Este álbum está inserido na colecção Pequeno Formato que, segundo Luís Miguel Queirós, do jornal Público, “do ponto de vista gráfico, é, muito provavelmente, a mais bela das colecções de poesia que actualmente se editam em Portugal”.
Sinopse
“É raro que uma poesia tome assim forma entre o céu e a terra. O que quer dizer quanto a tarefa dos poetas palestinianos é complexa, quase inédita. Eles não podem escrever senão com o que lhes foi usurpado. A sua poesia é a de ferida aberta, de uma memória que está sempre em risco de se romper, de uma fascinação pela morte, caminho necessário da ressurreição”. É assim que Abdellatif Laâbi vê a poesia palestiniana contemporânea. E alguns dos seus momentos mais dilacerantes, mais líricos, mais trágicos, mais dignos da grande tradição da poesia árabe encontram-se nestas páginas escolhidas e traduzidas por um notável poeta português – Albano Martins. Este álbum está inserido na colecção Pequeno Formato que, segundo Luís Miguel Queirós, do jornal Público, “do ponto de vista gráfico, é, muito provavelmente, a mais bela das colecções de poesia que actualmente se editam em Portugal”.Ficha Técnica
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