´É uma biografia documentada e independente de uma das vozes mais lúcidas do nosso presente. .
Oferece muitos dados sobre aspetos bastante desconhecidos da vida de
Panikkar (filiação à Opus Dei, rutura posterior, matrimónio, etc.)
tratados com rigor e sem a menor vontade de sensacionalismo. . Contém 16 páginas a cor com fotos de Panikkar em diferentes épocas da sua vida. Chamava-se
Raimon Panikkar (Barcelona 1918 - Tavertet 2010). Erudito excelso,
viageiro infatigável, interlocutor fascinante, oficiante extasiado,
escritor fecundo que ia mais além da escrita e falava do silêncio da
palavra. Sempre sereno e sorridente, fresco e lúcido até ao final. Homem
belo e encantador, ligeiro e robusto, delicado e resistente. A lenda é
uma mirada longínqua (,) e aqui residem a força, a beleza, o fascínio e a
sedução que a impregnam. Panikkar apresentava-se e era visto deste
modo. Era um meteorito, um cometa, um relâmpago. Sempre vinha de longe e
logo desaparecia. Procedia de um rico passado, composto de todas as
terras que tinha percorrido e de todos os conhecimentos que tinha
acumulado. Mais além da lenda, a investigação biográfica permite-nos
superar o retrato hagiográfico e obter uma imagem mais fiel à realidade
histórica. Se a obra de Panikkar é interessante, importante, fascinante e
grandiosa, não o é menos a sua trajetória vital. Se se olha para a sua
vida com honestidade, delicadeza e respeito, e sem preconceitos,
idealizações nem censuras absurdas, encontra-se nela a chave para a
compreensão da sua mensagem.
Sinopse
. Oferece muitos dados sobre aspetos bastante desconhecidos da vida de Panikkar (filiação à Opus Dei, rutura posterior, matrimónio, etc.) tratados com rigor e sem a menor vontade de sensacionalismo.
. Contém 16 páginas a cor com fotos de Panikkar em diferentes épocas da sua vida.
Chamava-se Raimon Panikkar (Barcelona 1918 - Tavertet 2010). Erudito excelso, viageiro infatigável, interlocutor fascinante, oficiante extasiado, escritor fecundo que ia mais além da escrita e falava do silêncio da palavra. Sempre sereno e sorridente, fresco e lúcido até ao final. Homem belo e encantador, ligeiro e robusto, delicado e resistente. A lenda é uma mirada longínqua (,) e aqui residem a força, a beleza, o fascínio e a sedução que a impregnam. Panikkar apresentava-se e era visto deste modo. Era um meteorito, um cometa, um relâmpago. Sempre vinha de longe e logo desaparecia. Procedia de um rico passado, composto de todas as terras que tinha percorrido e de todos os conhecimentos que tinha acumulado.
Mais além da lenda, a investigação biográfica permite-nos superar o retrato hagiográfico e obter uma imagem mais fiel à realidade histórica. Se a obra de Panikkar é interessante, importante, fascinante e grandiosa, não o é menos a sua trajetória vital. Se se olha para a sua vida com honestidade, delicadeza e respeito, e sem preconceitos, idealizações nem censuras absurdas, encontra-se nela a chave para a compreensão da sua mensagem.
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