. Um livro breve que pede, contudo, uma leitura pausada.
. Apresenta o essencial do «pensamento Mèlich» de forma condensada e direta, sem a mediação de uma terminologia erudita.
. O livro constitui o primeiro volume de um ambicioso projeto de «Fragmentos filosóficos».
. O autor é muito lido na Argentina, no Brasil, no Chile, na Colômbia e no México.
«Gosto de ler apaixonadamente, e que a minha leitura não fique presa a uma pedagogia, a umas regras, a umas normas morais, políticas, jurídicas ou religiosas. Gosto de ler infielmente, passar do texto ao caderno, da ortodoxia à heterodoxia, da repetição à interpretação, do significado ao sentido. Para mim, ler é um ofício e um ritual.» O filósofo Joan-Carles Mèlich reúne neste livro um total de 262 «fragmentos filosóficos» procedentes dos seus cadernos de notas. Trata-se de uma reflexão sobre a leitura, a escrita, a distinção entre moral e ética, o sentido, Deus, o inferno, a compaixão, a intimidade, a finitude, o desejo, o perdão, as vítimas, a morte…, num género que se escapa das categorias e opta pelas cenas, as imagens, as metáforas. Mèlich oferece-nos, em definitivo, «um pensamento fragmentário, aberto, não sistemático, contrário à lógica metafísica».
Sinopse
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