Se George Manfred é um típico súbdito de Sua Majestade Britânica e Raymond Poiccart tem sempre presente a divisa Liberté, égalité, fraternité da Revolução Francesa, Léon González (mesmo quando Wallace o alcunha de “Gonsález”), altivo como um autêntico grande de Espanha, só podia ter nascido na pátria de D. Quixote. Não admira por isso que o terceiro episódio da saga dos Homens Justos se inicie em Córdova, onde o sangue mouro se mescla com o cigano e o sol e o vinho aquecem os ânimos. A nova batalha da guerra sem quartel que declararam a quantos se julgam acima das leis escritas e fora do alcance dos tribunais não se queda, todavia, pela Andaluzia – para mal daqueles que foram julgados e condenados pelo implacável Conselho de Justiça. Escrito em 1917, doze anos depois da aventura inicial, Os Homens Justos de Córdova revela-nos um Edgar Wallace na plena posse dos predicados que fizeram dele um dos escritores policiais mais lidos em todo o mundo.
Sinopse
Se George Manfred é um típico súbdito de Sua Majestade Britânica e Raymond Poiccart tem sempre presente a divisa Liberté, égalité, fraternité da Revolução Francesa, Léon González (mesmo quando Wallace o alcunha de “Gonsález”), altivo como um autêntico grande de Espanha, só podia ter nascido na pátria de D. Quixote. Não admira por isso que o terceiro episódio da saga dos Homens Justos se inicie em Córdova, onde o sangue mouro se mescla com o cigano e o sol e o vinho aquecem os ânimos. A nova batalha da guerra sem quartel que declararam a quantos se julgam acima das leis escritas e fora do alcance dos tribunais não se queda, todavia, pela Andaluzia – para mal daqueles que foram julgados e condenados pelo implacável Conselho de Justiça. Escrito em 1917, doze anos depois da aventura inicial, Os Homens Justos de Córdova revela-nos um Edgar Wallace na plena posse dos predicados que fizeram dele um dos escritores policiais mais lidos em todo o mundo.Ficha Técnica
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