Este “diário” é sem dúvida um homenagem aos 200mil portugueses que vivem na Suiça, sobretudo aos mais de 11mil que trabalham no cantão Neuchatel e que à Selecção Nacional prestaram apoio constante e homenagearam em cada treino aberto, em cada saída para um jogo, em cada regresso ao hotel e naquele memorável dia da chegada à Suíça. Acredito a que esses amigos portugueses este “diário” diga bastante mais, deixando de ser um livro factual, para se afirmar como páginas de história dedicadas à Portugalidade, logo à Pátria distante, mas também como um a saudação fraterna e respeitosa ao país de acolhimento. Em cada pessoa à uma história. Em cada coração há um sentimento diferente. Em cada cérebro há a vontade de voltar um dia. Em cada minuto vivido com a selecção de futebol houve a tradução de alguma coisa que se pode definir como desejo de afirmação, transformado no orgulho de ser português. O diário - que estas páginas contemplam - pode ser entendido como hino sem música, dos portugueses que vivem na Suiça e trouxeram a selecção no regaço sem que ela muitas vezes o entendesse. Mas, para eles, foi a sublimação do ideal pátrio e da lusitanidade existente em cada um.
Sinopse
Este “diário” é sem dúvida um homenagem aos 200mil portugueses que vivem na Suiça, sobretudo aos mais de 11mil que trabalham no cantão Neuchatel e que à Selecção Nacional prestaram apoio constante e homenagearam em cada treino aberto, em cada saída para um jogo, em cada regresso ao hotel e naquele memorável dia da chegada à Suíça. Acredito a que esses amigos portugueses este “diário” diga bastante mais, deixando de ser um livro factual, para se afirmar como páginas de história dedicadas à Portugalidade, logo à Pátria distante, mas também como um a saudação fraterna e respeitosa ao país de acolhimento. Em cada pessoa à uma história. Em cada coração há um sentimento diferente. Em cada cérebro há a vontade de voltar um dia. Em cada minuto vivido com a selecção de futebol houve a tradução de alguma coisa que se pode definir como desejo de afirmação, transformado no orgulho de ser português. O diário - que estas páginas contemplam - pode ser entendido como hino sem música, dos portugueses que vivem na Suiça e trouxeram a selecção no regaço sem que ela muitas vezes o entendesse. Mas, para eles, foi a sublimação do ideal pátrio e da lusitanidade existente em cada um.Ficha Técnica
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