Quando V foi publicado em 1963 foi considerado por muitos um novo tipo de romance, tão inovador como Joyce, Beckett e Joseph Heller. No Leilão do Lote 49 Oedipa Maas descobre que foi feita testamenteira dos bens do seu antigo amante. Os seus deveres levam-na por um estranho caminho de revelações, em que surgem pessoas para a ajudar ou confundir.
Um livro feito de sátira, turbulência verbal e humor selvagem.
«Uns meses após a morte de um antigo amante, Oedipa Maas, uma dona de casa que frequenta reuniões da Tupperware na Califórnia dos anos 60, descobre que aquela mera silhueta do passado, o milionário Pierce Inverarity, a nomeou executora do seu testamento. No eixo central do segundo romance de Thomas Pynchon está isto: a descrição pormenorizada, e por vezes caótica, do modo como Oedipa enfrenta a tarefa que lhe foi atribuída, procurando uma lógica e um sentido na labiríntica herança (labiríntica porque os bens de Inverarity são muitos, heteróclitos, e susceptíveis de criar as suas próprias e obscuras narrativas).»
Sinopse
Quando V foi publicado em 1963 foi considerado por muitos um novo tipo de romance, tão inovador como Joyce, Beckett e Joseph Heller. No Leilão do Lote 49 Oedipa Maas descobre que foi feita testamenteira dos bens do seu antigo amante. Os seus deveres levam-na por um estranho caminho de revelações, em que surgem pessoas para a ajudar ou confundir.Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)Críticas Literárias
por: José Mário Silva em: 00 0000