O Cavalo a Tinta-da-China é um lugar de memórias, um desafio a cada um de nós, e um romance que interpela o destino português. Analisado e entusiasticamente elogiado por ensaístas como Eduardo Prado Coelho, Maria Alzira Seixo, Serafim Ferreira, Eugénio Lisboa ou António Cabrita, o presente livro fala também da fugidia felicidade, do amor e da nostalgia de velhos combates. «Discurso sobre o desespero e a atracção do mundo, romance de palavra luminosa, de reinvenção vocabular, de música verbal», assinalou Fernando Paulouro Neves.«Retrato amargo e implacável do salazarismo e de Portugal». «Um livro corajoso, comovente e desencantado sobre a alma e sobre a dor portuguesa», acentuou Maria Teresa Horta. Eis algumas pistas sobre este texto singular. Com a publicação de O Cavalo a Tinta-da-China conclui-se a reedição de toda a obra de ficção de Baptista-Bastos.
Sinopse
O Cavalo a Tinta-da-China é um lugar de memórias, um desafio a cada um de nós, e um romance que interpela o destino português. Analisado e entusiasticamente elogiado por ensaístas como Eduardo Prado Coelho, Maria Alzira Seixo, Serafim Ferreira, Eugénio Lisboa ou António Cabrita, o presente livro fala também da fugidia felicidade, do amor e da nostalgia de velhos combates. «Discurso sobre o desespero e a atracção do mundo, romance de palavra luminosa, de reinvenção vocabular, de música verbal», assinalou Fernando Paulouro Neves.«Retrato amargo e implacável do salazarismo e de Portugal». «Um livro corajoso, comovente e desencantado sobre a alma e sobre a dor portuguesa», acentuou Maria Teresa Horta. Eis algumas pistas sobre este texto singular. Com a publicação de O Cavalo a Tinta-da-China conclui-se a reedição de toda a obra de ficção de Baptista-Bastos.Ficha Técnica
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