"A Vida como projecto só me fascinou até ao subLimar do imprevisíveL. Não se juLgue que desprezo o futuro, sentimento impossível (até por não ser verdadeiramente um sentimento) e porque ao futuro entregarei sempre o melhor do meu passado. E do meu presente.Grande parte deste livro ilustra esta ilusão... Última obra do escritor e diplomata, publicada pouco depois da sua morte, ""No Jardim das Paixões Extintas"" é um romance onde Álvaro Guerra faz uma espécie de balanço de um século que termina, o séc. XX, em que ele viveu, e o século XXI, que está a começar. Um jornalista na casa dos sessenta, que ""viveu"" o Maio de 68 e a guerra do Vietname, e as mais recentes, pós queda do muro de Berlim (Jugoslávia, Kosovo), encontra-se com as memórias do pai, que participou nas Brigadas Internacionais da Guerra Civil espanhola. Uma geração que lia Hemingway e Malraux, que travou inúmeros combates pela liberdade, num século de ditadores e caudilhos, de guerras mais sangrentas que nunca, que viveu sonhos e desilusões. ""(Um livro) impressionante, por vezes mesmo assustador, no modo como o autor faz o balanço do século passado e perspectiva o que começa (...)""Álvaro Guerra foi, sem dúvida, uma figura exemplar do intelectual do século passado. O seu último livro é uma reflexão implacável sobre o seu papel e o dos seus pares numa época terrível, ""esse majestoso século XX, mais sangrento do que qualquer outro"" e atravessando ""as paisagens desoladas das quimeras lendárias e perdidas, povoadas por incontáveis cadáveres""...""José Gabriel Viegas, Expresso, Cartaz "
Sinopse
"A Vida como projecto só me fascinou até ao subLimar do imprevisíveL. Não se juLgue que desprezo o futuro, sentimento impossível (até por não ser verdadeiramente um sentimento) e porque ao futuro entregarei sempre o melhor do meu passado. E do meu presente.Grande parte deste livro ilustra esta ilusão... Última obra do escritor e diplomata, publicada pouco depois da sua morte, ""No Jardim das Paixões Extintas"" é um romance onde Álvaro Guerra faz uma espécie de balanço de um século que termina, o séc. XX, em que ele viveu, e o século XXI, que está a começar. Um jornalista na casa dos sessenta, que ""viveu"" o Maio de 68 e a guerra do Vietname, e as mais recentes, pós queda do muro de Berlim (Jugoslávia, Kosovo), encontra-se com as memórias do pai, que participou nas Brigadas Internacionais da Guerra Civil espanhola. Uma geração que lia Hemingway e Malraux, que travou inúmeros combates pela liberdade, num século de ditadores e caudilhos, de guerras mais sangrentas que nunca, que viveu sonhos e desilusões. ""(Um livro) impressionante, por vezes mesmo assustador, no modo como o autor faz o balanço do século passado e perspectiva o que começa (...)""Álvaro Guerra foi, sem dúvida, uma figura exemplar do intelectual do século passado. O seu último livro é uma reflexão implacável sobre o seu papel e o dos seus pares numa época terrível, ""esse majestoso século XX, mais sangrento do que qualquer outro"" e atravessando ""as paisagens desoladas das quimeras lendárias e perdidas, povoadas por incontáveis cadáveres""...""José Gabriel Viegas, Expresso, Cartaz "Ficha Técnica
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