Memórias de Gente Vulgar levam-nos a fazer uma viagem das origens do autor aos dias de hoje (1945 – 2010). Como o título deixa antever, não há aqui berços de ouro nem se trata de desfilar sucessos, bem pelo contrário. Revelam-se aqui como enfrentaram as dificuldades muitos dos portugueses nascidos logo após a II Guerra Mundial. E dá-se conta de como a procura de vidas melhores dá lugar a infâncias conturbadas. Entra-se em África, pela Baía de Luanda, retendo cheiros, cores e sabores de um novo mundo. Relatam-se aventuras escolares e desventuras de prematuros empregos. E sentem-se… Sentem-se servidões, colonialismos e racismos oficialmente desmentidos. Sentem-se alguns dos terrores que deram lugar a nova fuga, então apelidada de “retorno”… Sentem-se as aventuras de quem volta ao seu país e se acha no estrangeiro, seja porque é mesmo assim, seja porque a Revolução dos Cravos agitou alguma coisa… Sentem-se, ao longo de várias décadas, governos que desgovernam, empresas geridas para afundar e pessoas que não se comportam como tal… Mas sente-se, acima de tudo e apesar de tudo, um constante fazer pela vida… … ou talvez não!
Sinopse
Memórias de Gente Vulgar levam-nos a fazer uma viagem das origens do autor aos dias de hoje (1945 – 2010). Como o título deixa antever, não há aqui berços de ouro nem se trata de desfilar sucessos, bem pelo contrário. Revelam-se aqui como enfrentaram as dificuldades muitos dos portugueses nascidos logo após a II Guerra Mundial. E dá-se conta de como a procura de vidas melhores dá lugar a infâncias conturbadas. Entra-se em África, pela Baía de Luanda, retendo cheiros, cores e sabores de um novo mundo. Relatam-se aventuras escolares e desventuras de prematuros empregos. E sentem-se… Sentem-se servidões, colonialismos e racismos oficialmente desmentidos. Sentem-se alguns dos terrores que deram lugar a nova fuga, então apelidada de “retorno”… Sentem-se as aventuras de quem volta ao seu país e se acha no estrangeiro, seja porque é mesmo assim, seja porque a Revolução dos Cravos agitou alguma coisa… Sentem-se, ao longo de várias décadas, governos que desgovernam, empresas geridas para afundar e pessoas que não se comportam como tal… Mas sente-se, acima de tudo e apesar de tudo, um constante fazer pela vida… … ou talvez não!
Ficha Técnica
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