Sabia-se, desde início, que de Mafra iriam ficar só pedras, da passarola nada... E, ah!, de Scarlatti a música, irmã das palavras, porque a música, mais próxima de Deus, mais humana, resiste ao fogo das inquisições, voa. Mas o homem não, mesmo quando já se levantou do chão, gera-se outra conjugação a cercá-lo e o homem não alcança romper o cerco que ele de si mesmo é. É assim que termina esta sábia e profundamente literária reflexão acerca de uma das mais conhecidas obras de José Saramago. Um texto multifacetado que procura desmontar os mecanismos narrativos de Saramago, destinado a professores e a leitores de maturidade literária assinalável.
Sinopse
Sabia-se, desde início, que de Mafra iriam ficar só pedras, da passarola nada... E, ah!, de Scarlatti a música, irmã das palavras, porque a música, mais próxima de Deus, mais humana, resiste ao fogo das inquisições, voa. Mas o homem não, mesmo quando já se levantou do chão, gera-se outra conjugação a cercá-lo e o homem não alcança romper o cerco que ele de si mesmo é. É assim que termina esta sábia e profundamente literária reflexão acerca de uma das mais conhecidas obras de José Saramago. Um texto multifacetado que procura desmontar os mecanismos narrativos de Saramago, destinado a professores e a leitores de maturidade literária assinalável.Ficha Técnica
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