Maria Almira Soares analisa esta inovadora obra da dramaturgia portuguesa que, pela sua grandeza poética, não se esgota numa leitura. Nesta abordagem, a narrativa é desconstruída pelo jogo entre as diversas personagens, cada uma com a sua verdade interior. Num posicionamento feito de dentro para fora da obra, a autora entrou na própria narrativa, como se dela fizesse parte, ganhando veracidade e proximidade com os intervenientes e capacidade de os escutar e compreender.A originalidade desta análise encontra-se no reconhecimento do seu estatuto de drama psicológico e não de tragédia, como o próprio autor a assumiu, conferindo-lhe características de modernidade, criteriosamente fundamentadas. Uma leitura invulgar que evidencia a dimensão experimental do Frei Luís de Sousa.
Sinopse
Maria Almira Soares analisa esta inovadora obra da dramaturgia portuguesa que, pela sua grandeza poética, não se esgota numa leitura. Nesta abordagem, a narrativa é desconstruída pelo jogo entre as diversas personagens, cada uma com a sua verdade interior. Num posicionamento feito de dentro para fora da obra, a autora entrou na própria narrativa, como se dela fizesse parte, ganhando veracidade e proximidade com os intervenientes e capacidade de os escutar e compreender.A originalidade desta análise encontra-se no reconhecimento do seu estatuto de drama psicológico e não de tragédia, como o próprio autor a assumiu, conferindo-lhe características de modernidade, criteriosamente fundamentadas. Uma leitura invulgar que evidencia a dimensão experimental do Frei Luís de Sousa.Ficha Técnica
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