«Madame Bovary sou eu», disse uma vez Flaubert, a quem o êxito do seu
romance publicado em 1856 acabou por irritar, de tal modo eclipsou os
seus outros livros. Ema Bovary persegue a imagem do mundo que lhe é dada por uma certa
literatura desligada da realidade. Arrastada pelas suas ilusões, a
mulher do prosaico Carlos Bovary imagina-se uma grande amorosa. A realidade revela-se impiedosa. E, no entanto, «Madame Bovary», na
época judicialmente perseguido devido à sua «cor sensual» e à «beleza
provocadora de Ema», está longe de ser essa lição de realismo que muitos
nele quiseram ver.
Sinopse
Ema Bovary persegue a imagem do mundo que lhe é dada por uma certa literatura desligada da realidade. Arrastada pelas suas ilusões, a mulher do prosaico Carlos Bovary imagina-se uma grande amorosa.
A realidade revela-se impiedosa. E, no entanto, «Madame Bovary», na época judicialmente perseguido devido à sua «cor sensual» e à «beleza provocadora de Ema», está longe de ser essa lição de realismo que muitos nele quiseram ver.
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