Poema de Lindemburgo Blues. Por que sangram tão maninguemente / as capulanas em Amsterdam, / serígrafas no seu rosto, / desenho de canais sem barcos / desaguando numa praia muito deserta / e limpa? // E por que tão salgada agora os crioulos cabelos / desamarrando-se em Haarlem, / coroa de vento em Combomune / desde o maninguemente da infância / e um carro-de-linhas de caminho-de-ferro / ainda tosse no rio turvo das mãos? [...]
Sinopse
Poema de Lindemburgo Blues. Por que sangram tão maninguemente / as capulanas em Amsterdam, / serígrafas no seu rosto, / desenho de canais sem barcos / desaguando numa praia muito deserta / e limpa? // E por que tão salgada agora os crioulos cabelos / desamarrando-se em Haarlem, / coroa de vento em Combomune / desde o maninguemente da infância / e um carro-de-linhas de caminho-de-ferro / ainda tosse no rio turvo das mãos? [...]Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)