De que forma é que o desenvolvimento da imaginação e o acesso ao poder
encantatório da palavra podem ter ligar através da literatura cada vez
mais dialogante com os produtos culturais fruto de uma sociedade
massificada? Que lugares ocupam as reescritas, as tradições e as
adaptações num espaço simbólico dominado por uma certa imagem da
infância e no contexto de uma cosmovisão, muitas vezes, enformada pelos
princípios do Otium cum dignitatae? Até que ponto é possível devolver ao
leitores o prazer da fluição da leitura, formando concomitantemente
leitores competentes, reflexivos e críticos? Que responsabilidades
poéticas, éticas e políticas podemos exigir aos mediadores que estão
envolvidos no círculo do livro? Estas são algumas das questões a que
esta obra , elaborada a partir das conferências e comunicações
apresentadas no âmbito do II Congresso Internacional Criança, Língua,
Imaginário e Texto Literário, que decorreu em Braga, na Universidade do
Minho, procura dar resposta.
Sinopse
Ficha Técnica
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