Ao fim de uma experiência já não muito curta, como evitar a convicção de que o domínio da vivência íntima é inabordável à certeza de que laços seguros a prendem ao domínio das realidades externas? A liberdade é impensável e, tanto quanto podemos submetê-la à experiência - inexistente, mas o homem que vive, que age, ignora-o: se o soubesse e esse sabê-lo tivesse consequências, seria isso de algum modo excessivo, miraculoso. O domínio da arte é igualmente duplo. Para quem vive a arte, a conhece onde ela fala - no mundo inicial -, ignora como vã, toda a rede de explicações, para quem pode observá-la de fora, a arte submete-se, como tudo, ao domínio da necessidade. Em que medida estes dois mundos interferem - o da necessidade e o da vivência profunda?
Sinopse
Ao fim de uma experiência já não muito curta, como evitar a convicção de que o domínio da vivência íntima é inabordável à certeza de que laços seguros a prendem ao domínio das realidades externas? A liberdade é impensável e, tanto quanto podemos submetê-la à experiência - inexistente, mas o homem que vive, que age, ignora-o: se o soubesse e esse sabê-lo tivesse consequências, seria isso de algum modo excessivo, miraculoso. O domínio da arte é igualmente duplo. Para quem vive a arte, a conhece onde ela fala - no mundo inicial -, ignora como vã, toda a rede de explicações, para quem pode observá-la de fora, a arte submete-se, como tudo, ao domínio da necessidade. Em que medida estes dois mundos interferem - o da necessidade e o da vivência profunda?
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