Sebastião Breda, vice-presidente de uma multinacional, workaholic e
quarentão abastado, percebe um belo dia que a vida lhe tem passado ao
lado e decide remediar a solidão convidando uma colega para um jantar
romântico. O problema é que a sua bagagem não vai além de estratégias de
venda e planos de marketing - e o arraso que leva de Margarida à mesa
do restaurante é humilhação bastante para que o seu coração acabe a
pregar-lhe um valente susto. O médico recomenda-lhe então um ano de
descanso, e Sebastião resolve aproveitá-lo a cultivar-se, fazendo, numa
livraria da Baixa, um amigo que lhe dá bons
conselhos e sentando-se junto às estátuas dos escritores espalhadas
pelas praças e jardins de Lisboa, que, eloquentes à sua maneira, o
iluminam sobre os mais diversos assuntos, entre eles, evidentemente, a
questão feminina. Um ano depois, não se pode dizer que Sebastião seja o
mesmo homem. Depois do muito aplaudido O Intrínseco de Manolo, João Rebocho
Pais regressa à ficção com um novo romance - divertido, terno e cheio de
ironia - sobre a dicotomia entre números e letras e a pobreza
intrínseca de algumas pessoas que só aparentemente são bem-sucedidas.
Dizem Que Sebastião é uma homenagem aos livros e ao que podemos aprender
com eles até sobre nós próprios.
Sinopse
Depois do muito aplaudido O Intrínseco de Manolo, João Rebocho Pais regressa à ficção com um novo romance - divertido, terno e cheio de ironia - sobre a dicotomia entre números e letras e a pobreza intrínseca de algumas pessoas que só aparentemente são bem-sucedidas. Dizem Que Sebastião é uma homenagem aos livros e ao que podemos aprender com eles até sobre nós próprios.
Ficha Técnica
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