Cidade do Mais Antigo Nome é um livro de poesia de José Luiz Tavares, com fotografias de Duarte Belo, em torno da Cidade Velha, na Ilha de Santiago em Cabo Verde. Outrora um porto florescente, pela sua localização preponderante no comércio esclavagista dos séculos XV a XVII, a Cidade Velha é um testemunho histórico de uma época, classificada como Património Cultural da Humanidade e considerada uma das 7 maravilhas portuguesas no mundo. «Depois do esplendorficou-te o caído nome, uma onomástica gravada em quebra das lajes, a inocência com que o tempo segrega o mais incicatrizável lanho.[…]»José Luiz Tavares«Portugueses fixaram-se na foz de um vale profundo e único. Fundaram um lugar e uma batalha como devir. Hoje a Cidade Velha debate-se com uma série de desafios. Entre as ruínas de um esplendor longínquo, há recusa da devolução a uma condição primordial. Sonha-se como reerguer deuma arquiteturamaior, coma recuperação do espaço e da sua antiga dignidade, de que agora encontramosvestígios diversos. Este é o projeto que nos propõe a grande parede negra no fim da ribeira grande. É o local onde acaba a natureza, e começa o desenho da cidade, o território dos humanos. Numa ilha atlântica, seca e árida, na foz de uma ribeira, na ausência de uma nuvem, reencontramoso primeiro lugar de Cabo Verde.»Duarte Belo
Sinopse
Cidade do Mais Antigo Nome é um livro de poesia de José Luiz Tavares, com fotografias de Duarte Belo, em torno da Cidade Velha, na Ilha de Santiago em Cabo Verde. Outrora um porto florescente, pela sua localização preponderante no comércio esclavagista dos séculos XV a XVII, a Cidade Velha é um testemunho histórico de uma época, classificada como Património Cultural da Humanidade e considerada uma das 7 maravilhas portuguesas no mundo. «Depois do esplendorficou-te o caído nome, uma onomástica gravada em quebra das lajes, a inocência com que o tempo segrega o mais incicatrizável lanho.[…]»José Luiz Tavares«Portugueses fixaram-se na foz de um vale profundo e único. Fundaram um lugar e uma batalha como devir. Hoje a Cidade Velha debate-se com uma série de desafios. Entre as ruínas de um esplendor longínquo, há recusa da devolução a uma condição primordial. Sonha-se como reerguer deuma arquiteturamaior, coma recuperação do espaço e da sua antiga dignidade, de que agora encontramosvestígios diversos. Este é o projeto que nos propõe a grande parede negra no fim da ribeira grande. É o local onde acaba a natureza, e começa o desenho da cidade, o território dos humanos. Numa ilha atlântica, seca e árida, na foz de uma ribeira, na ausência de uma nuvem, reencontramoso primeiro lugar de Cabo Verde.»Duarte BeloFicha Técnica
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