A derrota não está ainda completamente excluída, embora Corwin disponha agora de novos poderes que o auxiliam no seu combate. Mas o perigo torna-se cada vez maior, e ameaça cada vez mais o próprio herói, na medida em que este enfrenta agora directamente o traidor que jurou destruir o Reino Eterno. Há pois sacrifícios que se impõem – e estranhas alianças que têm de selar-se – e tudo isso só poderá decidir-se durante uma confrontação perante as Cortes do Caos [ou os Tribunais do Caos]. Antes, porém, Corwin terá de tentar realizar algo que talvez seja irrealizável – e que o poderá porventura matar e fazer com que a Jóia do Julgamento se perca para sempre. Com a publicação de As Cortes do Caos [Os Tribunais do Caos] conclui-se a primeira série da grande epopeia de Âmbar, cujos volumes anteriores, já editados nesta mesma colecção, são: Nove Príncipes em Âmbar (nº 521), As Armas de Avalon (nº 527), O Sinal do Unicórnio (nº 546) e A Mão de Oberon, (nº 556).
Sinopse
A derrota não está ainda completamente excluída, embora Corwin disponha agora de novos poderes que o auxiliam no seu combate. Mas o perigo torna-se cada vez maior, e ameaça cada vez mais o próprio herói, na medida em que este enfrenta agora directamente o traidor que jurou destruir o Reino Eterno. Há pois sacrifícios que se impõem – e estranhas alianças que têm de selar-se – e tudo isso só poderá decidir-se durante uma confrontação perante as Cortes do Caos [ou os Tribunais do Caos]. Antes, porém, Corwin terá de tentar realizar algo que talvez seja irrealizável – e que o poderá porventura matar e fazer com que a Jóia do Julgamento se perca para sempre. Com a publicação de As Cortes do Caos [Os Tribunais do Caos] conclui-se a primeira série da grande epopeia de Âmbar, cujos volumes anteriores, já editados nesta mesma colecção, são: Nove Príncipes em Âmbar (nº 521), As Armas de Avalon (nº 527), O Sinal do Unicórnio (nº 546) e A Mão de Oberon, (nº 556).Ficha Técnica
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