"Era uma vez uma menina muito bonita que vivia numa aldeia, perto de um bosque. Chamavam-lhe Capuchinho, ou Capuchinho Vermelho, porque a sua avó, que vivia noutra aldeia ali perto, lhe tinha dado uma capa dessa cor, com um capuz para o frio…Detalhes que até agora tinham passado despercebidos sobre a vida quotidiana do Capuchinho - a sua falta de jeito para a costura, a sua fama de gulosa, a sua extrema curiosidade - vêm à luz nesta obra. Fruto de um intenso labor de investigação, Rodríguez Almodóvar não se poupa em detalhes: conversas entre mãe e filha, entre menina e lobo, estão aqui fielmente retratadas… Assim, deslinda escrupulosamente o plano do malvado animal para devorar um Capuchinho que é descrito como uma menina inocente e simultaneamente receosa, mas habilmente astuta no final do conto. Com uma linguagem descritiva e de abundantes pinceladas poéticas, o autor não se furta a evocar passagens características do conto clássico: ""Avó, porque é que tem uns pelos tão grandes?"". A investigação levada a cabo às diferentes versões que circulam pelo mundo sobre as peripécias do Capuchinho fica plasmada nesta ""verdadeira história"", com personagens tão transcendentes para um desenlace feliz como o gato da avó. O classicismo narrativo contrasta com o carácter de ruptura e o vanguardismo das ilustrações, que se destacam pelo seu estilo rústico e contundente: Capuchinho bem que podia ter saído dos rabiscos de uma criança e ele, ou o lobo, também podiam ter escapado de um quadro de Picasso. O vermelho, o branco e o preto constituem a gama cromática fundamental das composições, elaboradas com técnicas específicas onde inclusivamente se evidencia um trabalho de experimentação prévio. A paisagem adquire grande protagonismo, partilhado com a expressividade das personagens retratadas: a representação do Capuchinho surpreenderá em todas e em cada uma das páginas deste livro."
Sinopse
"Era uma vez uma menina muito bonita que vivia numa aldeia, perto de um bosque. Chamavam-lhe Capuchinho, ou Capuchinho Vermelho, porque a sua avó, que vivia noutra aldeia ali perto, lhe tinha dado uma capa dessa cor, com um capuz para o frio…Detalhes que até agora tinham passado despercebidos sobre a vida quotidiana do Capuchinho - a sua falta de jeito para a costura, a sua fama de gulosa, a sua extrema curiosidade - vêm à luz nesta obra. Fruto de um intenso labor de investigação, Rodríguez Almodóvar não se poupa em detalhes: conversas entre mãe e filha, entre menina e lobo, estão aqui fielmente retratadas… Assim, deslinda escrupulosamente o plano do malvado animal para devorar um Capuchinho que é descrito como uma menina inocente e simultaneamente receosa, mas habilmente astuta no final do conto. Com uma linguagem descritiva e de abundantes pinceladas poéticas, o autor não se furta a evocar passagens características do conto clássico: ""Avó, porque é que tem uns pelos tão grandes?"". A investigação levada a cabo às diferentes versões que circulam pelo mundo sobre as peripécias do Capuchinho fica plasmada nesta ""verdadeira história"", com personagens tão transcendentes para um desenlace feliz como o gato da avó. O classicismo narrativo contrasta com o carácter de ruptura e o vanguardismo das ilustrações, que se destacam pelo seu estilo rústico e contundente: Capuchinho bem que podia ter saído dos rabiscos de uma criança e ele, ou o lobo, também podiam ter escapado de um quadro de Picasso. O vermelho, o branco e o preto constituem a gama cromática fundamental das composições, elaboradas com técnicas específicas onde inclusivamente se evidencia um trabalho de experimentação prévio. A paisagem adquire grande protagonismo, partilhado com a expressividade das personagens retratadas: a representação do Capuchinho surpreenderá em todas e em cada uma das páginas deste livro."Ficha Técnica
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