"O porquinho vivia na pocilga de uma quinta. O porquinho gostava de comer, gostava de correr pelo curral e gostava de dormir. Mas do que o porquinho mais gostava era mesmo de sentar-se e enterrar-se na lama fofa e macia. O agricultou e a mulher gostavam do porquinho. -Para nós és o melhor porco do mundo - diziam eles. A história do porquinho que acaba calcetado no passeio de uma grande cidade surge da imaginação de Arnold Lobel tal como muitos outros contos intimistas, singelos e sempre belos, e de que também é autor, como os ""Contos de Ratinhos"", também eles publicados pela KALANDRAKA. A sua obra caracteriza-se pela busca das tonalidades pessoais, dos sentimentos básicos e dos ambientes do quotidiano. Daí a concisão do seu estilo literário, à base de palavras essenciais, tal como a condição humana que procura plasmar. Uma acção tão inocente e simultaneamente contraditória, como a da limpeza de uma pocilga, desencadeia uma série de despropósitos que transformam o porquinho no protagonista de uma complexa operação de resgate. A sua pouca sorte comove-nos, mas faz-nos sorrir ao mesmo tempo. As ilustrações redundam nesse sentido de humor, tranportando-nos do campo à cidade, numa viagem de ida e volta inesquecível."
Sinopse
"O porquinho vivia na pocilga de uma quinta. O porquinho gostava de comer, gostava de correr pelo curral e gostava de dormir. Mas do que o porquinho mais gostava era mesmo de sentar-se e enterrar-se na lama fofa e macia. O agricultou e a mulher gostavam do porquinho. -Para nós és o melhor porco do mundo - diziam eles. A história do porquinho que acaba calcetado no passeio de uma grande cidade surge da imaginação de Arnold Lobel tal como muitos outros contos intimistas, singelos e sempre belos, e de que também é autor, como os ""Contos de Ratinhos"", também eles publicados pela KALANDRAKA. A sua obra caracteriza-se pela busca das tonalidades pessoais, dos sentimentos básicos e dos ambientes do quotidiano. Daí a concisão do seu estilo literário, à base de palavras essenciais, tal como a condição humana que procura plasmar. Uma acção tão inocente e simultaneamente contraditória, como a da limpeza de uma pocilga, desencadeia uma série de despropósitos que transformam o porquinho no protagonista de uma complexa operação de resgate. A sua pouca sorte comove-nos, mas faz-nos sorrir ao mesmo tempo. As ilustrações redundam nesse sentido de humor, tranportando-nos do campo à cidade, numa viagem de ida e volta inesquecível."Ficha Técnica
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