Orlando Raimundo é jornalista do Expresso e tem-se dedicado ao Jornalismo de Investigação, à Grande Reportagem e ao Jornalismo Político. Neste livro retrata os anos finais do Estado Novo, a chamada primavera marcelista, penetrando nos seus bastidores, na história familiar de Caetano, vista do ângulo da filha, Ana Maria Caetano, passando depois para a guerra colonial e para a cena internacional, com Portugal cada vez mais ""orgulhosamente só"". Foi Orlando Raimundo que conseguiu identificar nos arquivos um documento de grande interesse, de início atribuído a Franco Nogueira (mas que veio a saber-se ser de André Gonçalves Pereira), propondo a Salazar a cedência das colónias de menos importância, isto é, mais pobres, para resistir nas determinantes: Angola e Moçambique. Este foi talvez o maior drama dos anos finais da ditadura e é pretexto no livro para uma digressão sobre o papel do império no imaginário e na política portuguesa no século XX.
Sinopse
Orlando Raimundo é jornalista do Expresso e tem-se dedicado ao Jornalismo de Investigação, à Grande Reportagem e ao Jornalismo Político. Neste livro retrata os anos finais do Estado Novo, a chamada primavera marcelista, penetrando nos seus bastidores, na história familiar de Caetano, vista do ângulo da filha, Ana Maria Caetano, passando depois para a guerra colonial e para a cena internacional, com Portugal cada vez mais ""orgulhosamente só"". Foi Orlando Raimundo que conseguiu identificar nos arquivos um documento de grande interesse, de início atribuído a Franco Nogueira (mas que veio a saber-se ser de André Gonçalves Pereira), propondo a Salazar a cedência das colónias de menos importância, isto é, mais pobres, para resistir nas determinantes: Angola e Moçambique. Este foi talvez o maior drama dos anos finais da ditadura e é pretexto no livro para uma digressão sobre o papel do império no imaginário e na política portuguesa no século XX.Ficha Técnica
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