A lenda de Diana de Poitiers continua, não só porque a vemos hoje disfarçadana sua imagem de deusa criada pelos maiores mestres do Renascimentofrancês, mas também porque ela era uma mulher de espírito independente quefez da arte de viver a mais alta qualidade da vida, preservando a juventude doespírito, do corpo e da personalidade. Foi uma feiticeira que inspirou umjovem pouco promissor a tornar-se um magnífico rei, que este a tenha amadotoda a vida, apesar de ela ser vinte anos mais velha do que ele, é a prova dasua permanente aura de mistério.Omnium Victorem Vici – Diana, a deusa da lua, conquistou verdadeiramente oRei, o Amor e o Tempo.Aos catorze anos, Henrique casou-se com Catarina de Médicis, da mesma idade,uma não muito atraente mas riquíssima herdeira que traria no seu dote metade daItália. Catarina conheceu Henrique no dia do seu casamento e de imediato seapaixonou por ele, mas Henrique não tinha sentimentos senão pela bela Diana.Depois de coroado rei, Henrique governaria a França com Diana a seu lado. Arelegada Catarina tomou como divisa “Odiar e Esperar” a morte de Diana paraconquistar o amor do esposo e finalmente reinar a seu lado. Mas o destino seriaoutro...O triângulo amoroso protagonizado por Henrique II, Diana de Poitiers e Catarina deMédicis ficou marcado por um intenso e perigoso jogo de sedução, traição e mortecom incalculáveis consequências políticas e militares para a França e para aEuropa do Renascimento. Nunca uma história com um pendor tão claramentepassional teve contornos tão vincadamente políticos como este amor desmedido deHenrique II por Diana de Poitiers.
Sinopse
A lenda de Diana de Poitiers continua, não só porque a vemos hoje disfarçadana sua imagem de deusa criada pelos maiores mestres do Renascimentofrancês, mas também porque ela era uma mulher de espírito independente quefez da arte de viver a mais alta qualidade da vida, preservando a juventude doespírito, do corpo e da personalidade. Foi uma feiticeira que inspirou umjovem pouco promissor a tornar-se um magnífico rei, que este a tenha amadotoda a vida, apesar de ela ser vinte anos mais velha do que ele, é a prova dasua permanente aura de mistério.Omnium Victorem Vici – Diana, a deusa da lua, conquistou verdadeiramente oRei, o Amor e o Tempo.Aos catorze anos, Henrique casou-se com Catarina de Médicis, da mesma idade,uma não muito atraente mas riquíssima herdeira que traria no seu dote metade daItália. Catarina conheceu Henrique no dia do seu casamento e de imediato seapaixonou por ele, mas Henrique não tinha sentimentos senão pela bela Diana.Depois de coroado rei, Henrique governaria a França com Diana a seu lado. Arelegada Catarina tomou como divisa “Odiar e Esperar” a morte de Diana paraconquistar o amor do esposo e finalmente reinar a seu lado. Mas o destino seriaoutro...O triângulo amoroso protagonizado por Henrique II, Diana de Poitiers e Catarina deMédicis ficou marcado por um intenso e perigoso jogo de sedução, traição e mortecom incalculáveis consequências políticas e militares para a França e para aEuropa do Renascimento. Nunca uma história com um pendor tão claramentepassional teve contornos tão vincadamente políticos como este amor desmedido deHenrique II por Diana de Poitiers.Ficha Técnica
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