No discurso político do liberalismo português o vocábulo “regeneração” tornou-se referente habitual sendo utilizado, com êxito, por diversos governos e movimentos, com diferentes condições de acordo com as transformações conjunturais e os problemas que o pais tem enfrentado.Nesta obra, a autora procura explicar as origens da utilização politica do vocábulo e da sua permanência no discurso dos governantes particularmente quando, em épocas de crise, se torna necessário apelar à convergência dos diversos estratos sociais em torno de um ideal mobilizador. Debruça-se, por isso, sobre o estudo deste conceito durante a vigência do primeiro movimento que se autoproclamou de Regeneração para, a partir da análise das intervenções dos deputados vintistas, nos apresentar um quadro das principais linhas de força do discurso regenerador.
Sinopse
No discurso político do liberalismo português o vocábulo “regeneração” tornou-se referente habitual sendo utilizado, com êxito, por diversos governos e movimentos, com diferentes condições de acordo com as transformações conjunturais e os problemas que o pais tem enfrentado.Nesta obra, a autora procura explicar as origens da utilização politica do vocábulo e da sua permanência no discurso dos governantes particularmente quando, em épocas de crise, se torna necessário apelar à convergência dos diversos estratos sociais em torno de um ideal mobilizador. Debruça-se, por isso, sobre o estudo deste conceito durante a vigência do primeiro movimento que se autoproclamou de Regeneração para, a partir da análise das intervenções dos deputados vintistas, nos apresentar um quadro das principais linhas de força do discurso regenerador.Ficha Técnica
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