Composta em 1869, A Morte do Diabo, conhecida apenas por referências em
textos dispersos dos seus libretistas Eça de Queirós e Jaime Batalha
Reis, esteve perdida durante 120 anos. Foi descoberta no espólio do
autor da música, Augusto Machado, na Biblioteca Nacional, numa partitura
sem qualquer menção ao título nem aos autores. É esta a opereta inédita
que agora se apresenta, com estudos de Irene Fialho (que a
reencontrou), Mário Vieira de Carvalho e José Brandão. A Morte do Diabo
mostra a expressão humorística dos seus autores, sobretudo de Eça de
Queirós, numa faceta pouco conhecida, o verso cómico.
Sinopse
Ficha Técnica
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