Dizia Italo Calvino que «a literatura só pode viver se lhe atribuirmos objectivos desmesurados, até mesmo impossíveis de alcançar». Seguindo o conselho do grande mestre italiano, e colocando-se também sob a sombra tutelar do Ovídio das Metamorfoses, Olivier Rolin propôs-se um objectivo extremamente ambicioso - contar a história de um dia do Mundo, 21 de Março de 1989, dia do equinócio da Primavera. Para isso, o autor reuniu cerca de quinhentos jornais diários impressos nessa data em trinta e uma línguas e a partir deles «encenou» centenas de histórias de forma a constituirem uma só narrativa contínua. A sua primeira preocupação não foi evidentemente o «realismo», ainda que todos os factos sejam à partida «verdadeiros».A combinação do delirante e do autêntico é assim a própria base desta obra.
Sinopse
Dizia Italo Calvino que «a literatura só pode viver se lhe atribuirmos objectivos desmesurados, até mesmo impossíveis de alcançar». Seguindo o conselho do grande mestre italiano, e colocando-se também sob a sombra tutelar do Ovídio das Metamorfoses, Olivier Rolin propôs-se um objectivo extremamente ambicioso - contar a história de um dia do Mundo, 21 de Março de 1989, dia do equinócio da Primavera. Para isso, o autor reuniu cerca de quinhentos jornais diários impressos nessa data em trinta e uma línguas e a partir deles «encenou» centenas de histórias de forma a constituirem uma só narrativa contínua. A sua primeira preocupação não foi evidentemente o «realismo», ainda que todos os factos sejam à partida «verdadeiros».A combinação do delirante e do autêntico é assim a própria base desta obra.Ficha Técnica
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