Se, no plano ideológico, o campo curricular é entendido como estando construído em torno de uma máscara política, conteudal e pessoal, no plano cultural, o currículo é percebido como um itinerário que trespassa a dimensão selectiva e construtora do conhecimento. A sua função socializadora e cultural e ainda as lógicas de poder que o consubstanciam transformam-no num palco de conflitos e compromissos, tornando-se num documento de (ad)opções. Um e outro permitem a percepção do currículo como ponto de partida para um determinado projecto de identidade social.
Sinopse
Se, no plano ideológico, o campo curricular é entendido como estando construído em torno de uma máscara política, conteudal e pessoal, no plano cultural, o currículo é percebido como um itinerário que trespassa a dimensão selectiva e construtora do conhecimento. A sua função socializadora e cultural e ainda as lógicas de poder que o consubstanciam transformam-no num palco de conflitos e compromissos, tornando-se num documento de (ad)opções. Um e outro permitem a percepção do currículo como ponto de partida para um determinado projecto de identidade social.Ficha Técnica
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