Jaime Gralheiro, homem de leis e do teatro. Embora sendo, segundo a cronologia, um homem da geração de 50, só despertou para o compromisso da intervenção cívica (na vertente política e artística) no início da década de 60. Tornou-se uma autêntica lenda viva lá donde é natural e se fixou: S. Pedro do Sul e o distrito de Viseu. A sua singularidade não ficou por aí e foi-se estendendo a todo o país nos vários palcos em que sempre actuou: a barra do tribunal, o espaço cénico e o comício político. Quando já toda a gente o julgava reformado, eis que nos espanta com mais uma novidade: este A CAMINHO DO NUNCA? que é uma espécie de recreação-protesto dos anos sessenta, onde o registo oficial dos compêndios é subvertido, em favor da verdade profunda das emoções vividas por aqueles que tiveram de suportar esse tempo, fazendo a sua história.Aqui ele nos apresenta uma crónica quase testemunhal de uma geração que terá perdido a guerra... ou talvez não!
Sinopse
Jaime Gralheiro, homem de leis e do teatro. Embora sendo, segundo a cronologia, um homem da geração de 50, só despertou para o compromisso da intervenção cívica (na vertente política e artística) no início da década de 60. Tornou-se uma autêntica lenda viva lá donde é natural e se fixou: S. Pedro do Sul e o distrito de Viseu. A sua singularidade não ficou por aí e foi-se estendendo a todo o país nos vários palcos em que sempre actuou: a barra do tribunal, o espaço cénico e o comício político. Quando já toda a gente o julgava reformado, eis que nos espanta com mais uma novidade: este A CAMINHO DO NUNCA? que é uma espécie de recreação-protesto dos anos sessenta, onde o registo oficial dos compêndios é subvertido, em favor da verdade profunda das emoções vividas por aqueles que tiveram de suportar esse tempo, fazendo a sua história.Aqui ele nos apresenta uma crónica quase testemunhal de uma geração que terá perdido a guerra... ou talvez não!Ficha Técnica
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