Nesta poesia, a morte não é fissura nem ferida, sequer, apenas uma passagem para a eternidade: “se um dia morri,/foi para acordar em tua alma.” O poema faz-se para alcançar a memória de outros, liquefaz-se e retoma novas configurações, matéria alquímica que não se esgota porque a magia da linguagem jamais se esgota. Vai-se a presença, o amor, abrem-se feridas improváveis que a luz das palavras salva.
Ensaísta e poeta, Ricardo Gil Soeiro é professor no ISLA Campus Lisboa-Laureate International Universities e Investigador do Centro de Estudos Comparatistas, da Faculdade de...
Sinopse
Nesta poesia, a morte não é fissura nem ferida, sequer, apenas uma passagem para a eternidade: “se um dia morri,/foi para acordar em tua alma.” O poema faz-se para alcançar a memória de outros, liquefaz-se e retoma novas configurações, matéria alquímica que não se esgota porque a magia da linguagem jamais se esgota. Vai-se a presença, o amor, abrem-se feridas improváveis que a luz das palavras salva.
Ficha Técnica
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