O fenómeno da violência religiosa é de evidente atualidade. . A obra
conta com um prólogo de Lluís Duch, que afirma: «Violencia y monoteísmo
oferece numerosas chaves para que o leitor possa compreender as
irrenunciáveis dimensões políticas de todas as religiões do passado e do
presente.» Jan Assmann pergunta-se, nesta obra, até que ponto o
monoteísmo foi o principal instigador de numerosas situações de
violência e persecução do «outro religioso» que secularmente têm
devastado a convivência e a boa vizinhança dos povos europeus. O
pressuposto regresso da religião não tem conduzido a mais pacificação,
mas sim a um incremento terrível de violência e de conflito na Terra. A
religião converteu-se no combustível mais eficaz da violência política:
em vez de educar as massas para a paz, galvaniza-as, arrasta-as para
manifestações e por vezes para atos de violência, e até incita alguns
indivíduos a cometer atos terroristas. Os tempos em que se podia
interpretar a religião como o ópio do povo acabaram. Hoje, a religião
apresenta-se, pelo contrário, como a dinamite do povo. Tanto no Oriente
como no Ocidente, grupos opostos recorrem à religião quando se trata de
forjar imagens de inimigos e de mobilizar as massas. Em vez de
converter-se na servidora da política, a religião ganharia se se
descobrisse como um contrapoder face à política. A sua força deveria
apoiar-se precisamente no abandono da violência.
Sinopse
. A obra conta com um prólogo de Lluís Duch, que afirma: «Violencia y monoteísmo oferece numerosas chaves para que o leitor possa compreender as irrenunciáveis dimensões políticas de todas as religiões do passado e do presente.»
Jan Assmann pergunta-se, nesta obra, até que ponto o monoteísmo foi o principal instigador de numerosas situações de violência e persecução do «outro religioso» que secularmente têm devastado a convivência e a boa vizinhança dos povos europeus. O pressuposto regresso da religião não tem conduzido a mais pacificação, mas sim a um incremento terrível de violência e de conflito na Terra. A religião converteu-se no combustível mais eficaz da violência política: em vez de educar as massas para a paz, galvaniza-as, arrasta-as para manifestações e por vezes para atos de violência, e até incita alguns indivíduos a cometer atos terroristas.
Os tempos em que se podia interpretar a religião como o ópio do povo acabaram. Hoje, a religião apresenta-se, pelo contrário, como a dinamite do povo. Tanto no Oriente como no Ocidente, grupos opostos recorrem à religião quando se trata de forjar imagens de inimigos e de mobilizar as massas. Em vez de converter-se na servidora da política, a religião ganharia se se descobrisse como um contrapoder face à política. A sua força deveria apoiar-se precisamente no abandono da violência.
Ficha Técnica
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