O general Wesley Clark (antigo comandante das forças norte-americanas que controlavam a zona de exclusão aérea no Iraque e director de planos estratégicos e política no Estado-Maior do Pentágono, actualmente na reforma, analista militar da CNN) , foi o homem que definiu o conceito de «guerra moderna». Nesta obra revela como a guerra nos campos de batalha iraquianos foi sobretudo um triunfo da tecnologia americana e da capacidade de combate das forças armadas. Contudo, as guerras modernas não são ganhas apenas nos campos de batalha, mas também nos estúdios de televisão, nos grupos de pressão diplomáticos das organizações internacionais e, acima de tudo, no coração e na mente das populações civis. Ora, no planeamento anterior e posterior à guerra, foram cometidos erros imperdoáveis: morreram mais soldados americanos desde que foi declarado o fim da guerra do que durante os combates.Clark afirma que o maior vício residiu em pensar-se que o Iraque era o ponto fundamental a atacar para garantir a segurança americana. Porém, ao atacar o Iraque, a verdadeira guerra contra o terrorismo foi relegada para segundo plano, permitindo que o inimigo se reorganizasse. Impõe-se, pois, uma nova abordagem para vencer esta guerra e Clark diz o que pensa sobre o assunto.Perspicaz, incisivo e ousado, “Vencer as Guerras Modernas” constitui uma crítica séria à geoestratégia americana, é um contributo fundamental para o debate sobre a melhor forma de assegurar o futuro da América e uma narrativa absorvente dos acontecimentos que ocorreram no mais recente teatro de guerra do mundo.
Sinopse
O general Wesley Clark (antigo comandante das forças norte-americanas que controlavam a zona de exclusão aérea no Iraque e director de planos estratégicos e política no Estado-Maior do Pentágono, actualmente na reforma, analista militar da CNN) , foi o homem que definiu o conceito de «guerra moderna». Nesta obra revela como a guerra nos campos de batalha iraquianos foi sobretudo um triunfo da tecnologia americana e da capacidade de combate das forças armadas. Contudo, as guerras modernas não são ganhas apenas nos campos de batalha, mas também nos estúdios de televisão, nos grupos de pressão diplomáticos das organizações internacionais e, acima de tudo, no coração e na mente das populações civis. Ora, no planeamento anterior e posterior à guerra, foram cometidos erros imperdoáveis: morreram mais soldados americanos desde que foi declarado o fim da guerra do que durante os combates.Clark afirma que o maior vício residiu em pensar-se que o Iraque era o ponto fundamental a atacar para garantir a segurança americana. Porém, ao atacar o Iraque, a verdadeira guerra contra o terrorismo foi relegada para segundo plano, permitindo que o inimigo se reorganizasse. Impõe-se, pois, uma nova abordagem para vencer esta guerra e Clark diz o que pensa sobre o assunto.Perspicaz, incisivo e ousado, “Vencer as Guerras Modernas” constitui uma crítica séria à geoestratégia americana, é um contributo fundamental para o debate sobre a melhor forma de assegurar o futuro da América e uma narrativa absorvente dos acontecimentos que ocorreram no mais recente teatro de guerra do mundo.Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)