É num futuro não muito distante que a narrativa é apresentada, quer por
Joana, a protagonista, quer por um narrador omnisciente, que vai
acompanhando as restantes personagens principais, "Os Inseparáveis", no
seu percurso empenhado na mudança para uma sociedade mais justa e
liberta de preconceitos. Nos "cadernos do futuro", fica registado
esse percurso, e são eles a base da mudança, após o terrível cataclismo
que se abate sobre o país. Sobre este livro, escreveu a poetisa
Isabel Mendes Ferreira: "não é conto não é "estória" não é novela não é
poesia formal. É sobretudo uma pedrada luminosa e iluminante que se
recebe como dádiva já que esta escrita é toda ela oferta e desejo de uma
justeza quase angelical quase prece. Um estilo limpo e de uma imagética
imperativamente exaltante."
Sinopse
Nos "cadernos do futuro", fica registado esse percurso, e são eles a base da mudança, após o terrível cataclismo que se abate sobre o país.
Sobre este livro, escreveu a poetisa Isabel Mendes Ferreira: "não é conto não é "estória" não é novela não é poesia formal. É sobretudo uma pedrada luminosa e iluminante que se recebe como dádiva já que esta escrita é toda ela oferta e desejo de uma justeza quase angelical quase prece. Um estilo limpo e de uma imagética imperativamente exaltante."
Ficha Técnica
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