O problema que o Mundo vive é um problema de dívida que se agravou
quando lhe foi acrescentada mais dívida. Em teoria, os problemas de
endividamento, nas famílias, nas empresas e nos Estados, resolvem-se com
austeridade, reestruturações, liquidação de activos e, quando nada
disto resulta, há os chamados incumprimentos (default) e falências. As falências ocorrem normalmente quando se ultrapassa o Rubicão do
endividamento, ou seja quando os níveis de divida deixam de acrescentar
valor para passar a ser mais um custo, tornando assim impossível a saída
do problema. O mesmo se passa agora com os países. Os seus níveis de
endividamento estão a afetar o crescimento, porque o sector privado não
consegue crescer. E porque está assim o sector privado? Porque está
subjugado ao Estado que inunda tudo e todos com leis, regulamentos,
burocracias e impostos. A tudo isto acrescem as dificuldades no acesso
ao crédito. O paradoxo é que nunca houve tanto dinheiro e ao mesmo tempo tanta falta dele.
Sinopse
As falências ocorrem normalmente quando se ultrapassa o Rubicão do endividamento, ou seja quando os níveis de divida deixam de acrescentar valor para passar a ser mais um custo, tornando assim impossível a saída do problema. O mesmo se passa agora com os países. Os seus níveis de endividamento estão a afetar o crescimento, porque o sector privado não consegue crescer.
E porque está assim o sector privado? Porque está subjugado ao Estado que inunda tudo e todos com leis, regulamentos, burocracias e impostos. A tudo isto acrescem as dificuldades no acesso ao crédito.
O paradoxo é que nunca houve tanto dinheiro e ao mesmo tempo tanta falta dele.
Ficha Técnica
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